Ahora Me Toca a Mí
Joaquín: Ahora ha llegado mi hora, ven aquí, siéntate,
Hoy voy a hablar por primera y última vez,
La obra terminó, la dirigiste bien,
Me diste el peor papel, de hombre infiel y tú de víctima. . .
Lucía: De qué estás hablando?,
Qué pasa contigo?
Tú hiciste el papel que más te ha convenido. . .
Joaquín: Silencio que ahora soy yo el que hablo,
Yo soy esta vez quien se lleva el aplauso. . .
Joaquín: Ahora me toca a mí gritar que fuiste una gran mentira,
Ahora me toca a mí, no te importó más que tu propia vida,
Ahora me toca, tú siempre ausente, fría, indiferente,
Y qué esperabas?, sí te engañe, pero tú lo buscabas. . .
Ahora me toca a mí, ya me cansé de ser siempre el culpable,
Ahora me toca a mí, gritar que tú también te equivocaste,
Ahora me toca a mí, no me dejaste más que un camino,
Robar en la calle todo ese amor que no tuve contigo. . .
Ahora me toca a mí. . .
Joaquín: Aquí se termina esta historia, no hay nada más que hablar,
Hoy fue la última noche de nuestra función,
Sin maquillaje al fin, se va el payaso aquel
Que simuló reír muriéndose entre tus brazos. . .
Lucía: Ya estoy aburrida de todo este cuento,
A nadie convences con tus argumentos. . .
Joaquín: Por más que aún siga pensando la gente
Que fui el verdugo y tú la inocente. . .
Joaquín: Ahora me toca a mí gritar que fuiste una gran mentira,
Ahora me toca a mí, no te importó más que tu propia vida,
Ahora me toca, tú siempre ausente, fría, indiferente,
Y qué esperabas?, sí te engañe, pero tú lo buscabas. . .
Ahora me toca a mí, ya me cansé de ser siempre el culpable,
Ahora me toca a mí, gritar que tú también te equivocaste,
Ahora me toca a mí, no me dejaste más que un camino,
Robar en la calle todo ese amor que no tuve contigo. . .
Ahora me toca a mí, ahora me toca a mí. . .
Ahora me toca a mí,
Ahora, ahora me toca a mí,
Me toca a mí. . .
Me toca a mí. . .
Me toca a mí. . .
Agora É Minha Vez
Joaquín: Agora chegou a minha vez, vem aqui, senta,
Hoje vou falar pela primeira e última vez,
A peça acabou, você dirigiu bem,
Me deu o pior papel, de homem infiel e você de vítima...
Lucía: Do que você está falando?,
O que tá pegando contigo?
Você fez o papel que mais te convenia...
Joaquín: Silêncio, agora sou eu quem fala,
Eu sou quem leva o aplauso dessa vez...
Joaquín: Agora é minha vez de gritar que você foi uma grande mentira,
Agora é minha vez, você só se importou com a sua própria vida,
Agora é minha vez, você sempre ausente, fria, indiferente,
E o que você esperava?, sim, eu te enganei, mas você procurava...
Agora é minha vez, já cansei de ser sempre o culpado,
Agora é minha vez, gritar que você também errou,
Agora é minha vez, você não me deixou mais que um caminho,
Roubar na rua todo esse amor que não tive com você...
Agora é minha vez...
Joaquín: Aqui termina essa história, não há mais o que falar,
Hoje foi a última noite da nossa apresentação,
Sem maquiagem, finalmente, vai embora o palhaço
Que fingiu rir morrendo entre seus braços...
Lucía: Já estou cansada de toda essa história,
Ninguém se convence com seus argumentos...
Joaquín: Por mais que as pessoas ainda pensem
Que eu fui o carrasco e você a inocente...
Joaquín: Agora é minha vez de gritar que você foi uma grande mentira,
Agora é minha vez, você só se importou com a sua própria vida,
Agora é minha vez, você sempre ausente, fria, indiferente,
E o que você esperava?, sim, eu te enganei, mas você procurava...
Agora é minha vez, já cansei de ser sempre o culpado,
Agora é minha vez, gritar que você também errou,
Agora é minha vez, você não me deixou mais que um caminho,
Roubar na rua todo esse amor que não tive com você...
Agora é minha vez, agora é minha vez...
Agora é minha vez,
Agora, agora é minha vez,
É minha vez...
É minha vez...
É minha vez...
Composição: F. Espinosa / Joaquín Galán / Lucía Galán