Que Ganas de no Verte Nunca Más
Lucía: Que ganas de no verte nunca más aunque me muera,
Hacerme de coraje y escapar por esa puerta,
Que ganas de no verte nunca más y ser valiente,
Decirte que con él estoy mejor, que me comprende,
A él le sobra el tiempo como a mí,
A él le arde la sangre como a mí,
Con él me siento nueva, tan distinta, tan entera,
Tan mujer de carne y hueso para amar. . .
Lucía: Que ganas de no verte nunca más,
Que ganas de no verte nunca más,
Que ganas de cerrar este capítulo en mi vida,
Donde fuiste una mentira y nada más. . .
Que ganas de no verte nunca más,
Que ganas de no verte nunca más,
Haberme dado cuenta que contigo estoy desierta,
Que no tengo más paciencia que inventar. . .
Joaquín: De ti no me podía imaginar algo como esto. . .
Lucía: Cuánto hace que no sabes de verdad lo que yo siento?
Joaquín: Por qué esperaste tanto tiempo para hablar?no lo comprendo. . .
Lucía: Mil veces lo he intentado y tú jamás tuviste tiempo,
Y a él le sobra el tiempo como a mí,
A él le arde la sangre como a mí,
Con él me siento nueva, tan distinta, tan entera,
Tan mujer de carne y hueso para amar. . .
Lucía: Que ganas de no verte nunca más,
Que ganas de no verte nunca más,
Que ganas de cerrar este capítulo en mi vida,
Donde fuiste una mentira y nada más. . .
Que ganas de no verte nunca más,
Que ganas de no verte nunca más,
Haberme dado cuenta que contigo estoy desierta,
Que no tengo más paciencia que inventar. . .
Que Vontade de Não Te Ver Nunca Mais
Lucía: Que vontade de não te ver nunca mais, mesmo que eu morra,
Fazer coragem e escapar por essa porta,
Que vontade de não te ver nunca mais e ser valente,
Te dizer que com ele eu tô melhor, que ele me entende,
Ele tem tempo de sobra como eu,
Ele ferve de raiva como eu,
Com ele me sinto nova, tão diferente, tão inteira,
Tão mulher de carne e osso pra amar...
Lucía: Que vontade de não te ver nunca mais,
Que vontade de não te ver nunca mais,
Que vontade de fechar esse capítulo na minha vida,
Onde você foi uma mentira e nada mais...
Que vontade de não te ver nunca mais,
Que vontade de não te ver nunca mais,
Perceber que com você eu tô deserta,
Que não tenho mais paciência do que inventar...
Joaquín: De você eu não podia imaginar algo assim...
Lucía: Há quanto tempo você não sabe de verdade o que eu sinto?
Joaquín: Por que você esperou tanto tempo pra falar? Não entendo...
Lucía: Mil vezes eu tentei e você nunca teve tempo,
E ele tem tempo de sobra como eu,
Ele ferve de raiva como eu,
Com ele me sinto nova, tão diferente, tão inteira,
Tão mulher de carne e osso pra amar...
Lucía: Que vontade de não te ver nunca mais,
Que vontade de não te ver nunca mais,
Que vontade de fechar esse capítulo na minha vida,
Onde você foi uma mentira e nada mais...
Que vontade de não te ver nunca mais,
Que vontade de não te ver nunca mais,
Perceber que com você eu tô deserta,
Que não tenho mais paciência do que inventar...
Composição: Alejandro Vezzani