Il Mondo Della Gente
Quale gloria non c'è memoria in questo mondo
Se tutto attorno è in fiamme
Con benzina senza piombo.
Su uno strapiombo avversari oppure soci,
Animali addomesticati, altri + feroci.
Ognuno resiste, insiste e cerca sbocco,
Chi vincente, chi brocco forza un blocco.
Vita di strada oppure vita mondana,
I poveracci, i paparazzi, le formalità o gli scazzi.
Chi per saldi chi per stracci
Anche in questo millennio,
Tutto cambia perché tutto resti fermo.
Chi col dolore vive non mangia,
Chi sul dolore ci mangia,
La differenza è molta, ma per qualcuno non conta
Basta che il pubblico abbonda...
Perché ciò che abbonda
È la voglia di riscattarsi dai sensi di colpa!
Dedicarsi a chi non può avere
Per giustificare il proprio
Vanno a cena con cristo ma a pranzo col demonio…
"la gente del mondo, nè nome - nè volto
Scrive questa storia, vivendo ogni giorno" (x3)
Cercando la sua gloria
Il mondo della gente...
Che non vedi e che non senti.
Vite equidistanti dal tuo baricentro. il centro
Sempre chiuso al traffico del cambiamento, intendo socialmente ostico al rovesciamento.
Un finto evento che il vento non addormenta,
…l'evento della gente è una bolletta che aumenta.
Sul monumento giù in piazza leggo la storia,
Fasti e boria, ma per i + poca memoria.
La vita è pazza, pezzi amari giù come bocconi,
Divi senza nomi, ecco i miei campioni.
Sono (tutti) i cognomi di una tessera-razionamento.
"il mondo non si è fermato mai un momento".
O Mundo da Gente
Qual a glória que não tem memória neste mundo
Se tudo ao redor tá pegando fogo
Com gasolina sem chumbo.
Num abismo, adversários ou aliados,
Animais domesticados, outros mais ferozes.
Cada um resiste, insiste e busca saída,
Quem vence, quem fracassa força uma saída.
Vida de rua ou vida de luxo,
Os pobres, os paparazzi, as formalidades ou os estresses.
Quem por promoções, quem por trapos
Até neste milênio,
Tudo muda pra que tudo fique parado.
Quem vive na dor não come,
Quem lucra com a dor,
A diferença é grande, mas pra alguns não importa
Desde que o público esteja cheio...
Porque o que abunda
É a vontade de se redimir dos sentimentos de culpa!
Dedicar-se a quem não pode ter
Pra justificar o próprio
Vão jantar com Cristo, mas almoçam com o demônio…
"a gente do mundo, nem nome - nem rosto
Escreve essa história, vivendo a cada dia" (x3)
Buscando sua glória
O mundo da gente...
Que você não vê e não sente.
Vidas equidistantes do seu centro de gravidade. o centro
Sempre fechado ao tráfego da mudança, quero dizer, socialmente hostil à transformação.
Um evento falso que o vento não apaga,
…o evento da gente é uma conta que só aumenta.
No monumento lá na praça leio a história,
Festas e pompa, mas pra muitos pouca memória.
A vida é louca, pedaços amargos descem como bocados,
Estrelas sem nomes, aqui estão meus campeões.
São (todos) os sobrenomes de um cartão de racionamento.
"o mundo nunca parou um momento".