Como Si
Como si ya no supiera pensar
De otra manera que no fuese mal
Vienen los miedos y me hacen dudar
Como si fuera imposible avanzar
Tengo los dedos, llenos de heridas
Como si hubiera pasado colgando de un cabo entera la vida
Me vuelto a despertar con ganas de escaparme
Y dejar este lugar que no hace más que matarme
Perdóname mama no te sientas culpable
Esto nunca fue un hogar
Viendo las nubes pasar
Busco dibujos más no soy capaz
Nada parece real
Y poco me importa si es todo un fractal
Historias escritas en braille
Que nadie consigue tocar
Y que solo esta Dios al alcance
Porque el recito el epitafio final
Miles de líneas se cruzan
Y estalla una luz que vuela en espiral
Arden en llamas aquellas palabras
Que fueron la lava de nuestra verdad
El cielo se expande, la tierra retumba
Sale una fuga de gas en el mar
Y forma una frase con húmedo polvo
Que tampoco nadie puede descifrar
Alguien empieza a reír
Y vibra su eco en hercios cambiantes
De pronto puedo distinguir
Como me hacen sentir esas ondas gigantes
Percibo catorce me siento despierta
Me uno a la voz proyectando 80
Habla mi conciencia y me baja a 12
Relaja tu prisa o pierdes el dote
Como si ya no supiese pensar
De otra manera que no fuese mal
Vienen los miedos y me hacen dudar
Como si fuera imposible avanzar
Tengo los dedos, llenos de heridas
Como si hubiera pasado colgando de un cabo entera la vida
Me vuelto a despertar con ganas de escaparme
Y dejar este lugar que no hace más que matarme
Perdóname mama no te sientas culpable
Esto nunca fue un hogar
Ahora que estoy en mi cuerpo y afuera del sueño todo duele más
Añoro como me sentía estando en sincronía minutos atrás
Parece mentira me sale un instinto suicida y me ofrece un plan
Me dice, que suba a ese carro al lado y me eleve a un lado menos visceral
Que cambie de plano y me lleve ese piano
Que tanto ha endulzado mi sal
Incluso en silencio tan solo sabiendo
Que en cualquier momento lo puedo tocar
He hallado la paz
Bendito ese instante fugaz
Quisiera poder retener su perfume
Y al menos olerlo cuando se me va
Ya me da igual no encuentro placer
En lo absurdo de lo material
Por tanto querer tenemos de más
Y luego no hay hueco para respirar
Nos falta tiempo pa' vivir
Nos sobran las ganas de amar
Nos mata el miedo al por venir
Y por ir al pasado perdimos el plan
Como si ya no supiera pensar
De otra manera que no fuese mal
Vienen los miedos y me hacen dudar
Como si fuera imposible avanzar
Tengo los dedos, llenos de heridas
Como si hubiera pasado colgando de un cabo entera la vida
Me vuelto a despertar con ganas de escaparme
Y dejar este lugar que no hace más que matarme
Perdóname mama no te sientas culpable
Esto nunca fue un hogar
Lo sabes más que nadie (lo sabes más que nadie)
Lo sabes más que nadie (lo sabes más que nadie)
Lo sabes más que nadie (lo sabes más que nadie)
Lo sabes más que nadie (lo sabes más que nadie)
Lo sabes más que nadie (lo sabes más que nadie)
Lo sabes más que nadie (lo sabes más que nadie)
Lo sabes más que nadie (lo sabes más que nadie)
Lo sabes más que nadie (lo sabes más que nadie)
Lo sabes más que nadie (lo sabes más que nadie)
Na-ah-ah-die-eh-eh-eh-eeh
Como Se Fosse
Como se eu já não soubesse pensar
De outra forma que não fosse mal
Vêm os medos e me fazem duvidar
Como se fosse impossível avançar
Tenho os dedos cheios de feridas
Como se eu tivesse passado a vida inteira pendurado em um fio
Acordo de novo com vontade de escapar
E deixar esse lugar que só me mata
Desculpa, mãe, não se sinta culpada
Isso nunca foi um lar
Vendo as nuvens passarem
Busco desenhos, mas não consigo
Nada parece real
E pouco me importa se é tudo um fractal
Histórias escritas em braille
Que ninguém consegue tocar
E que só Deus tem ao alcance
Porque ele recitou o epitáfio final
Milhares de linhas se cruzam
E explode uma luz que voa em espiral
Ardem em chamas aquelas palavras
Que foram a lava da nossa verdade
O céu se expande, a terra retumba
Sai uma fuga de gás no mar
E forma uma frase com pó úmido
Que também ninguém consegue decifrar
Alguém começa a rir
E vibra seu eco em hertz cambiantes
De repente, consigo distinguir
Como me fazem sentir essas ondas gigantes
Percebo quatorze, me sinto acordada
Me uno à voz projetando oitenta
Fala minha consciência e me baixa a doze
Relaxa sua pressa ou perde o toque
Como se eu já não soubesse pensar
De outra forma que não fosse mal
Vêm os medos e me fazem duvidar
Como se fosse impossível avançar
Tenho os dedos cheios de feridas
Como se eu tivesse passado a vida inteira pendurado em um fio
Acordo de novo com vontade de escapar
E deixar esse lugar que só me mata
Desculpa, mãe, não se sinta culpada
Isso nunca foi um lar
Agora que estou no meu corpo e fora do sonho, tudo dói mais
Anseio como me sentia estando em sincronia minutos atrás
Parece mentira, me surge um instinto suicida e me oferece um plano
Me diz para subir naquele carro ao lado e me elevar a um lado menos visceral
Que mude de plano e me leve aquele piano
Que tanto adoçou meu sal
Mesmo em silêncio, só sabendo
Que a qualquer momento posso tocar
Encontrei a paz
Bendito seja esse instante fugaz
Queria poder reter seu perfume
E ao menos sentir quando ele vai
Já não me importa, não encontro prazer
No absurdo do que é material
Por tanto querer, temos demais
E depois não há espaço para respirar
Nos falta tempo pra viver
Nos sobram as ganas de amar
Nos mata o medo do que virá
E por ir ao passado, perdemos o plano
Como se eu já não soubesse pensar
De outra forma que não fosse mal
Vêm os medos e me fazem duvidar
Como se fosse impossível avançar
Tenho os dedos cheios de feridas
Como se eu tivesse passado a vida inteira pendurado em um fio
Acordo de novo com vontade de escapar
E deixar esse lugar que só me mata
Desculpa, mãe, não se sinta culpada
Isso nunca foi um lar
Você sabe mais que ninguém (você sabe mais que ninguém)
Você sabe mais que ninguém (você sabe mais que ninguém)
Você sabe mais que ninguém (você sabe mais que ninguém)
Você sabe mais que ninguém (você sabe mais que ninguém)
Você sabe mais que ninguém (você sabe mais que ninguém)
Você sabe mais que ninguém (você sabe mais que ninguém)
Você sabe mais que ninguém (você sabe mais que ninguém)
Você sabe mais que ninguém (você sabe mais que ninguém)
Você sabe mais que ninguém (você sabe mais que ninguém)
Na-ah-ah-die-eh-eh-eh-eeh