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A Margem

Plastico

Il Margine

Tra fogli neri, confusi, legati
Vuoti, accartocciati
Trovare che
Una parola è uscita dal margine
In bianco propone il suo modo di dare un
Senso
Un significato al suo posto
Diverso dettato dal proprio istinto

Timidi, restano a guardare
I desideri nascosti
Che rimangono costretti a fingere
Di non esistere

Non affronteranno la realtà
Non saranno liberi di essere
Veri quanto basta per morire
Lì dove comincia un gesto

Tra fogli bianchi, aperti, spaziosi
Liberi, silenziosi
Trovare che
Un'intenzione è racchiusa nei margini
Stretti di un foglio di carta coerente con
Tutte le regole
Della gente
Difesa dalla propria normalità...

Timidi, restano a guardare
I desideri nascosti
Che rimangono costretti a fingere
Di non esistere

Non affronteranno la realtà
Non saranno liberi di essere
Veri quanto basta per morire
Lì dove comincia un gesto

A Margem

Entre folhas pretas, confusas, amarradas
Vazias, amassadas
Descobrir que
Uma palavra saiu da margem
Em branco propõe seu jeito de dar um
Sentido
Um significado no seu lugar
Diferente ditado pelo próprio instinto

Tímidos, ficam só observando
Os desejos escondidos
Que permanecem forçados a fingir
Que não existem

Não enfrentarão a realidade
Não serão livres para ser
Reais o suficiente para morrer
Ali onde começa um gesto

Entre folhas brancas, abertas, espaçosas
Livres, silenciosas
Descobrir que
Uma intenção está contida nas margens
Estreitas de uma folha de papel coerente com
Todas as regras
Do povo
Defendida pela própria normalidade...

Tímidos, ficam só observando
Os desejos escondidos
Que permanecem forçados a fingir
Que não existem

Não enfrentarão a realidade
Não serão livres para ser
Reais o suficiente para morrer
Ali onde começa um gesto

Composição: