
Samba-Enredo 2027 - Daomé, a ‘Esparta Negra’ das Agojiê
G.R.E.S. Acadêmicos de Santa Cruz
Estou aqui
Meu povo tem a raça de não sucumbir
Ainda mais forte, impossível derrubar
Evoco o clã de Daomé
Axé Odô, Odô Axé, firmo meu lugar
É guerra, garras de pantera
Sangue sobre a terra
Ergo as armas da justiça
Sou fera, dinastia que impera
Bravura que empodera
Força feminina
A valentia de Mina, Jejê e Uidá
Trovão da nação Ioruba
Morrer pelo certo, não se entregar
Em toda batalha jamais recuar
São nobres rainhas, magia Vodun
Na demanda somos um
A alma em chama
Chama o corpo pra vitória
Dias de luta, dias de glória
Levanta pra vencer
Nossa causa é a verdade
Minha honra em lealdade
Faz da filha desse chão
Também uma Agojiê
Quilombola, quilombola ê
Iyá Baiana em meu carnaval
Esparta negra por um ideal
Ê mãe África, meu Brasil mulher
Meu samba é a lança, a forja a trincheira
Sou Santa Cruz guerreira



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