
Pavão Pavãozinho (part. Pregador Luo)
Fernanda Brum
O que vi na Central do Brasil
No Pavão-Pavãozinho
Em Padre Miguel
Eu não vi em outro lugar, fora daqui
Fora com tanta miséria
Vou lá espantar o fantasma do caos
E mandá-lo pra outro lugar
Pra casa de apolion
O que vi no agreste mineiro
O que vi no sertão
Nos ribeirinhos do Amazonas
Extrapolou, extrapolou
É, é hora do senado acordar
É hora desse povo sacudir
É hora da bondade dominar, ah
É, é hora de crer mais nos tribunais
De exorcizar o mofo das prisões
De ver nossos velhinhos a cantar, ah
(Afrolata!)
(Onde estão as mãos pro alto?)
(Eu quero ver mãos pro alto)
(Vai geral com mão pro alto, aê!)
O que vi na Central do Brasil
No Pavão-Pavãozinho
Em Padre Miguel
Eu não vi em outro lugar, fora daqui
Fora com tanta miséria
Vou lá espantar o fantasma do caos
E mandá-lo pra outro lugar
Pra casa de apolion
O que vi no agreste mineiro
O que vi no sertão
Nos ribeirinhos do Amazonas
Extrapolou, extrapolou
É, é hora do senado acordar
É hora desse povo sacudir
É hora da bondade dominar, ah
É, é hora de crer mais nos tribunais
De exorcizar o mofo das prisões
De ver nossos velhinhos a cantar, ah
(O Luo!)
As injustiças, um dia
Terão um fim
Não acredite que será
Para sempre assim
As amarguras da sua vida
Logo vão passar
O dia da cura está para chegar
Minha irmã, o choro
Pode durar uma noite
Mas a alegria virá pela manhã
Meu irmão, mais vale ser honesto
Conquiste seu pão
Com o suor do seu rosto
O pouco com Deus é muito
Muito sem Deus é pouco
Quantos perderam
A vida tentando
Sair do sufoco?
Não seja tolo, não seja louco
Empunhando um revólver
Furtando ou dando tiro
Não é assim que
Se garante o futuro de um filho
Diversão, lazer, tudo isso custa caro
E eu tô ligado que é embaçado
Ver uns com muito
E outros sem nada
Mas tranquilize
Está chegando o dia da virada
Quantas crianças choram a fome?
Quantas mães criam seu filhos
Sem o apoio de seus homens?
Hey, mão pro alto, vai!
A esperança de ver
Seu pivete se formar
Some com o tempo
E eu lamento
Infelizmente pra periferia
Sobrou o preconceito
Desprezo, agonia
Na simplicidade dessas palavras
Está contida a sabedoria
Não desista, guarde sua fé
Continue esperando pelo grande dia
O dia em que a alegria
Vai durar para sempre
A dor será tirada
De nosso meio para sempre
Todos serão amados por igual
Todos serão abraçados com força
Assim como um pai abraça um filho
Em Jesus Cristo
Deus providenciou alívio!
(Alívio, alívio!)
É, é hora do senado acordar
É hora desse povo sacudir
É hora da bondade dominar, ah
É, é hora de crer mais nos tribunais
De exorcizar o mofo das prisões
De ver nossos velhinhos a cantar, ah
Com a mão lá em cima comigo, Brasil!
(Olê, olê, olê, olê, olê)
Canta, Brasil!
Cadê a Igreja?
(Olê, olê, olê, olê, olê)
Que cuida dos órfãos e das viúvas!
(Olê, olê, olê, olê, olê)
Que anda nas comunidades!
(Olê, olê, olê, olê, olê)
Acorda, Brasil!




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