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Letra

    Como um fantasma que se refugia
    Na solidão da natureza morta
    Por trás dos ermos túmulos, um dia
    Eu fui refugiar-me à tua porta!

    Fazia frio e o frio que fazia
    Não era esse que a carne nos conforta
    Cortava assim como em carniçaria
    O aço das facas incisivas corta!

    Mas tu não vieste ver minha Desgraça!
    E eu saí, como quem tudo repele
    Velho caixão a carregar destroços

    Levando apenas na tumba carcaça
    O pergaminho singular da pele
    E o chocalho fatídico dos ossos!


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