Doomstone
I've been waiting
all my life to see the light
Now I'm fading,
I'll be amongst the stars tonight
I'm the mirror
of when time had first begun
All shall be clearer,
I'll be staring right into the glowing sun
Lay me low, set a tombstone at my head
Just let me go with a rock in time to shield my bed
Just send me on
with living memories carved in lifeless stone
I shan't be gone
although the shades of life are shed
I'm on my own
where the feet of future generations tread
So I wander,
a pilgrim in a paradigm
I pace and ponder,
amidst the ravages of time
I'll sleep, laugh and hope no more
No more self-deception
No more blinding lies,
as the truth needs no disguise beyond schemes of perception
Laid to rest with a tombstone on my brow
The alkahest of powers stronger holds me now
I'll have my will,
within the golden halls I'll quaff
As time stands still,
I'll raise my cup to my own epitaph
I'll lisp the words
which represent the body in its stead
And they'll be heard
by the living and the sullen dead
Lay me low, set a tombstone on/at my head
Just let me go with a rock in time to shield my bed
And at the raising of my cup, there will be read, my epitaph
By the leaden tongues of the living and the dead
Who congregate, where all equate, as time stands still, within the shade
So I wander
Pedra do Destino
Eu esperei
minha vida toda pra ver a luz
Agora estou sumindo,
esta noite estarei entre as estrelas
Sou o espelho
do momento em que o tempo começou
Tudo ficará mais claro,
estarei olhando bem para o sol brilhante
Deite-me baixo, coloque uma lápide na minha cabeça
Apenas me deixe ir com uma pedra no tempo para proteger minha cama
Apenas me mande embora
com memórias vivas esculpidas em pedra sem vida
Não estarei ausente
embora as sombras da vida se vão
Estou por conta própria
onde os pés das futuras gerações pisam
Então eu vagueio,
um peregrino em um paradigma
Caminho e pondero,
no meio das devastações do tempo
Vou dormir, rir e não ter mais esperanças
Não mais autoengano
Não mais mentiras cegantes,
já que a verdade não precisa de disfarces além de esquemas de percepção
Descansando com uma lápide na minha testa
O alquimista de poderes mais fortes me segura agora
Terei minha vontade,
dentro dos salões dourados eu vou beber
Enquanto o tempo para,
eu levantarei meu copo para meu próprio epitáfio
Vou murmurar as palavras
que representam o corpo em seu lugar
E elas serão ouvidas
pelos vivos e pelos mortos sombrios
Deite-me baixo, coloque uma lápide na minha cabeça
Apenas me deixe ir com uma pedra no tempo para proteger minha cama
E ao erguer meu copo, meu epitáfio será lido
Pelas línguas pesadas dos vivos e dos mortos
Que se reúnem, onde todos se igualam, enquanto o tempo para, na sombra
Então eu vagueio