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Absinto

Poema Arcanus

Absinthe

Clero Inmundo de Caníbales
Lleno de Putas y Bastardos

Desdibujado en Aguas Profundas
Con Poesía de Barcos Naufragados

Musa Incomprendida
Tu Menstruación Esmeralda
Me llega en tibios Oleajes
Inspiradora y destructiva

Abuso, Absolución, Ausencia, Absinthe

Maldigo vuestra farsa
Mientras la audiencia despierta y aplaude
Sin comprender
Mi gesto idioma

Eternidad momentánea
Vomitiva no conoces mi nombre
Yo soy sangre, piedra y fuego
... Mi raza extinta mora en el silencio

¡Absinthe!

Vagabundo, inquilino de la nada
Viajo junto a las quimeras salvajes
Y en las noches alimento las hogueras
Con cercos hechos de clavos y espinas

Aprendí de sabios fósiles
Que la arena fue montaña

Mientras cruzamos pantanos
Y escupimos tumbas vacías

... Acercarse es alejarse...

... Acercarse es alejarse...

Absinto

Clero imundo de canibais
Cheio de putas e bastardos

Desvanecido em águas profundas
Com poesia de barcos naufragados

Musa incompreendida
Teu fluxo menstrual esmeralda
Me chega em ondas mornas
Inspiradora e destrutiva

Abuso, absolvição, ausência, absinto

Maldigo essa farsa
Enquanto a plateia acorda e aplaude
Sem entender
Meu gesto idioma

Eternidade momentânea
Vômito, não conheces meu nome
Eu sou sangue, pedra e fogo
... Minha raça extinta mora no silêncio

¡Absinto!

Vagabundo, inquilino do nada
Viajo junto às quimeras selvagens
E nas noites alimento as fogueiras
Com cercas feitas de pregos e espinhos

Aprendi com sábios fósseis
Que a areia foi montanha

Enquanto cruzamos pântanos
E cuspimos tumbas vazias

... Aproximar-se é afastar-se...

... Aproximar-se é afastar-se...

Composição: