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Vire a Tartaruga

Poesie Noire

Turn Turtle

The chain is slowly breaking, the links crack one by one.
I don't care if it's? boring?, I want to open my horizons.

I don't know what is wrong... with me with her with us.
I'm making the same mistake... over and over again.

I'm hurting her, over and over again.

R. Turn turtle, over and over again. (2)

I don't know ? ? could happen, now yesterday or never.
But she starts fighting and it's already too late.

R. Turn turtle, over and over again. (2)

[Intrumental part]

It's time to do the things I want.
Without shame without disgust.
Where was the limit, how far can she go.
But I always end up in the same cage, again and again, again and again.

R. Turn turtle, over and over again. (4)

Over and over again......

Vire a Tartaruga

A corrente tá se quebrando devagar, os elos estouram um a um.
Não ligo se é chato, quero abrir meus horizontes.

Não sei o que tá errado... comigo, com ela, com a gente.
Tô cometendo o mesmo erro... de novo e de novo.

Tô machucando ela, de novo e de novo.

R. Vire a tartaruga, de novo e de novo. (2)

Não sei o que pode acontecer, agora, ontem ou nunca.
Mas ela começa a brigar e já é tarde demais.

R. Vire a tartaruga, de novo e de novo. (2)

[Parte instrumental]

É hora de fazer as coisas que eu quero.
Sem vergonha, sem nojo.
Onde estava o limite, até onde ela pode ir.
Mas eu sempre acabo na mesma jaula, de novo e de novo, de novo e de novo.

R. Vire a tartaruga, de novo e de novo. (4)

De novo e de novo......

Composição: CaSters / Gillis / Valvekens / Written