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Teve Briga e Confusão No Casamento do Rato

Poeta J Sousa

Letra

    No dia do casamento
    Do rato com a catita
    Teve uma festa bonita
    Com bebida e alimento
    Mas o peba fedorento
    Mexeu com a mulher do gato
    O gato imediato
    Matou o peba de facão
    Teve briga e confusão
    No casamento do rato

    Quando o camaleão
    Viu o peba cair morto
    Sentiu logo um desconforto
    Dentro do seu coração
    Aí pegou um mosquetão
    Para atirar no gato
    O gato entrou no mato
    Com medo do mosquetão
    Teve briga e confusão
    No casamento do rato

    O macaco embriagado
    Com rabo cheio de cana
    Na onça sussuarana
    Deu um bufete danado
    O lobo que era soldado
    Não gostou daquele ato
    Pegou o macaco chato
    E meteu-lhe na prisão
    Teve briga e confusão
    No casamento do rato

    O sapo tava cantando
    Na festa do casamento
    Quando chegou o jumento
    E um coice foi lhe dando
    A sapa ficou chorando
    Chamando o jegue de ingrato
    Aí seu amigo o pato
    Deu no jegue um beliscão
    Teve briga e confusão
    No casamento do rato

    A noiva que era a catita
    Chorava a todo momento
    Por ver em seu casamento
    Uma coisa tão esquisita
    Aí o cancão na cabrita
    Deu um beliscão de fato
    O bode não deixou barato
    Cortou o bico do cancão
    Teve briga e confusão
    No casamento do rato

    Insetos tinha um montão
    Naquela festa bonita
    Pois o rato e a catita
    Convidou o formigão
    A abelha e o zangão
    O grilo e o carrapato
    O piolho que é chato
    Chegou de arma na mão
    Teve briga e confusão
    No casamento do rato

    Uma terrível arenga
    Entre os Insetos travou
    Que o carrapato chamou
    A muriçoca de quenga
    O mosquito meio capenga
    Não deixou isso barato
    Estorou o carrapato
    Com uma mão de pilão
    Teve briga e confusão
    No casamento do rato

    A danada da raposa
    Com a galinha se agarrou
    Aí o galo chegou
    Pra defender sua esposa
    Sem pensar nenhuma coisa
    Disse pra raposa eu lhe mato
    Aí pegou o sapato
    E deu nela um pancadão
    Teve briga e confusão
    No casamento do rato

    Na festa tava o chacal
    E a cobra salamanta
    A girafa, o elefante
    O porco-espim e a anta
    Mas quando a briga viram
    Da festa todos sumiram
    Por ser cada um pacato
    Ali não ficaram não
    Teve briga e confusão
    No casamento do rato


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