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Tremendo

Pol Granch

Titiritar

Mirando al cielo siento que voy a caer
No es el vértigo lo que me hace retroceder
Son los nervios y las ganas de volverte a ver
No hay destino al que llegar, tan solo al que volver

Tengo que pensar en otra cosa
Pero vicias como el tusi rosa
No se me van las putas mariposas
Si estás sentada frente al mar y posas

Me haces titiritar (titiritar, titiritar)
De amor (titiritar, titiritar)
De dolor (titiritar, titiritar)
De amor (titiritar, titiritar)
De dolor

Sigo pensando que la vida es un castigo
No puede ser que no podamos seguir siendo amigos
Que si tú te tiras, me tiro
Lo estiramos demasiado quizás

Y ahora todo lo demás da igual
Ni siquiera intento parecer normal
Afilaste tanto la hoja de tu puñal
Que me puedes cortar solo con mirarme

Tengo que pensar en otra cosa
Pero vicias como el tusi rosa
No se me van las putas mariposas
Si estás sentada frente al mar y posas

Me haces titiritar (titiritar, titiritar)
De amor (titiritar, titiritar)
De dolor (titiritar, titiritar)
De amor (titiritar, titiritar)
De dolor

De oscuridad lleno
De luz estoy vacío
Me dan un placebo
Que no es tan adictivo
Aprietan los frenos
Y aflojan los sentidos
Debería acostumbrarme al frío
A callar las voces de mi griterío
Le has robado el caramelo a este crío
No es por ser idiota o ser un posesivo amor
Es que hay alguien que tiene algo que no era mío

Me haces titiritar (titiritar, titiritar)
De amor (titiritar, titiritar)
De dolor (titiritar, titiritar)
De amor (titiritar, titiritar)
De dolor (titiritar, titiritar)
De amor (titiritar, titiritar)
De dolor (titiritar, titiritar)
De amor (titiritar, titiritar)
De dolor

(Titiritar, titiritar)
(Titiritar, titiritar)
(Titiritar, titiritar)
(Titiritar)

Tremendo

Olhando para o céu sinto que vou cair
Não é a vertigem que me faz recuar
São os nervos e a vontade de te ver de novo
Não há destino a alcançar, apenas a voltar

Tenho que pensar em outra coisa
Mas vicia como o teu sorriso rosa
As malditas borboletas não vão embora
Se estás sentada diante do mar e posas

Você me faz tremer (tremer, tremer)
De amor (tremer, tremer)
De dor (tremer, tremer)
De amor (tremer, tremer)
De dor

Continuo pensando que a vida é um castigo
Não pode ser que não possamos continuar sendo amigos
Que se você se joga, eu me jogo
Esticamos demais talvez

E agora o resto não importa
Não tento nem parecer normal
Você afiou tanto a lâmina de seu punhal
Que pode me cortar só de me olhar

Tenho que pensar em outra coisa
Mas vicia como o teu sorriso rosa
As malditas borboletas não vão embora
Se estás sentada diante do mar e posas

Você me faz tremer (tremer, tremer)
De amor (tremer, tremer)
De dor (tremer, tremer)
De amor (tremer, tremer)
De dor

Cheio de escuridão
Estou vazio de luz
Me dão um placebo
Que não é tão viciante
Apertam os freios
E relaxam os sentidos
Deveria me acostumar com o frio
A calar as vozes do meu grito
Você roubou o doce deste garoto
Não é por ser idiota ou ser um amor possessivo
É que há alguém que tem algo que não era meu

Você me faz tremer (tremer, tremer)
De amor (tremer, tremer)
De dor (tremer, tremer)
De amor (tremer, tremer)
De dor (tremer, tremer)
De amor (tremer, tremer)
De dor (tremer, tremer)
De amor (tremer, tremer)
De dor

(Tremer, tremer)
(Tremer, tremer)
(Tremer, tremer)
(Tremer)

Composição: