Yirando Desiertos
Puedo verlos, a la sombra de una mesa en vino
Padre hijo en un mismo destino
Puedo verlos, ambos bajo un sauce viejo
Viejo
Me imagino, aquella ruta Luna y litorales
Aquel octógeno y sus novedades
Su leyenda, la cual aquel tomó las riendas
Herencias
Recuerdo, haberme visto por ahí Yirando desiertos
Muerto, muerto por tu amor y tu inclemencia
Que me ha dejado solo, sin fe
Puedo verlo eternizar al padre en soledades
Dónde su madre guarda las deidades
Puedo verlo, desde este Buenos Aires lejos
Lejos
Lo imagino, tras las cortinas baja luz y vino
De madrugada armando algo divino
Celestines, que Don Rosendo sea eterno
Siempre
Recuerdo, haberme visto por ahí Yirando desiertos
Muerto, muerto por tu amor y tu inclemencia
Que me ha dejado solo, sin fe
Vagando por Desertos
Consigo vê-los, à sombra de uma mesa com vinho
Pai e filho em um mesmo destino
Consigo vê-los, ambos sob um velho salgueiro
Velho
Me imagino, naquela estrada, Lua e litorais
Aquele octogenário e suas novidades
Sua lenda, que aquele tomou as rédeas
Heranças
Lembro, de ter me visto por aí, vagando por desertos
Morto, morto pelo seu amor e sua crueldade
Que me deixou sozinho, sem fé
Consigo ver o pai eternizado em solidão
Onde sua mãe guarda as divindades
Consigo vê-lo, desde esse Buenos Aires distante
Distante
O imagino, atrás das cortinas, baixa luz e vinho
De madrugada, criando algo divino
Celestinas, que o Don Rosendo seja eterno
Sempre
Lembro, de ter me visto por aí, vagando por desertos
Morto, morto pelo seu amor e sua crueldade
Que me deixou sozinho, sem fé