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Corrientes demolientes

Poncho K

Letra

Correntes Demolientes

Corrientes demolientes

Tudo nasce com a força de um Big BangTodo nace con la fuerza de un Big Bang
No seio fendido dos órgãosEn el seno resquiciado de los órganos
Dor nas minhas bochechas por causa da massa, eu me afogo tanto na pressãoDolor en los carrillos de la masa me ahogo tanto en la presión
Deste charuto após o outroDe este cigarro tras otro
Dessa história que não terminei de contarDe esta historia que no acabo de contar
Deste ataque na ruaDe este atentado en la calle
Este degelo nos pólos, degelo nos pólos, degelo nos pólosEste deshielo en los polos, deshielo en los polos, deshielo en los polos

As correntes devastadoras virãoVendrán las corrientes demolientes
Conquistando capitaisConquistando capitales
Sulcos de belo amor nos lares de sua raçaSurcos del amor hermoso en los hogares de su raza
As correntes devastadoras virãoVendrán las corrientes demolientes
Conquistando capitaisConquistando capitales
Sulcos de belo amor nos lares de sua raçaSurcos del amor hermoso en los hogares de su raza

Então sopra como nunca antesSopla entonces como nunca
Destrua meu horizonteDestartala mi horizonte
Com a terra em um punhado tão pequenoCon la tierra en un puñado tan pequeño
Balance-os para que se percamBambolea que se pierdan
Meus olhos entre os camposMis ojos entre los campos
Mancha-me com um vento forte a baba do meu delírioMánchame con viento recio el babeo de mi delirio
Com que o furacão mancha a ravinaCon los que mancha el barranco el huracán

As correntes devastadoras virãoVendrán las corrientes demolientes
Conquistando capitaisConquistando capitales
Sulcos de belo amor nos lares de sua raçaSurcos del amor hermoso en los hogares de su raza
As correntes devastadoras virãoVendrán las corrientes demolientes
Conquistando capitaisConquistando capitales
Sulcos de belo amor nos lares de sua raçaSurcos del amor hermoso en los hogares de su raza

E que nem o rabisco nem a cataita ficamY que no no' queden ni lo' garabato', ni la' cataita'
Choraremos por esse vinho infantil quando eles vieremDe e'to' vino' de criansa, ya lloraremo' cuando vengan
A corrente demolidora, conquistando capitaisLa' corriente' demolientei', conqui'tando capitale'
Sulco de belo amor no larSurco' del amor hermoso en lo' hogare'

As correntes devastadoras virãoVendrán las corrientes demolientes
Conquistando capitaisConquistando capitales
Sulcos de belo amor nos lares de sua raçaSurcos del amor hermoso en los hogares de su raza
As correntes devastadoras virãoVendrán las corrientes demolientes
Conquistando capitaisConquistando capitales
Sulcos de belo amor nos lares de sua raçaSurcos del amor hermoso en los hogares de su raza

As correntes demolidorasLas corrientes demolientes
Conquistando capitaisConquistando capitales
Sulcos de belo amor nas casas da sua raça, raçaSurcos del amor hermoso en los hogares de su raza, raza

Composição: Alfonso Caballero Romero / Alfonso Caballero Salazar / Consuelo Caballero Romero. Essa informação está errada? Nos avise.

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