Tradução gerada automaticamente

Aunque con sangre lloremos
Poncho K
Mesmo que choremos sangue
Aunque con sangre lloremos
Escravo da sua camisa de esporasEsclavo de tu camisa de espuelas
Que me ensinava sobre ódio na escolaQue me enseñabas del odio en la escuela
Assassino que me matava todo diaSicario que me mataba a diario
A rebelião na minha barriga manchaLa rebelión en mi tripa mancha
De cristais, estilhaços enferrujados, um jardim de roseirasDe cristales, metralla mohosa, un jardín de rosales
Facadas!¡puñales!
E ainda me lembro que fui terraY aún recuerdo que fui tierra
E sua tempestade nas minhas costasY tu tormenta pa mi lomo
Em um estrondo de silêncioEn un estruendo de silencio
E minha condena, uma má lembrançaY mi condena un mal recuerdo
Tempos ruins que assassinamMalos tiempos que asesinan
O amor e nosso esforçoAl amor y a nuestro empeño
Para conseguir o que queremosPor lograr lo que queremos
Mesmo que choremos sangue...Aunque con sangre lloremos...
Ruína que se escondia atrás da cortinaRuina que se escondía tras la cortina
Que apontava uma arma nas minhas têmporasQue encañonaba una pipa en mis sienes
Mentira que alcatroava minha vidaMentira que alquitranaba mi vida
Meu coração vomitando um punhadoMi corazón vomitando un puñao
De sacos, carregados de pesares, meu orgulho em retalhosDe costales, cargaos de pesares, mi orgullo a retales
Minha frustração a esmo cuspindoMi frustración a mansalva escupiendo
Cristais, estilhaços enferrujados, um jardim de roseiras,Cristales, metralla mohosa, un jardín de rosales,
Facadas!¡Puñales!
E ainda me lembro que fui terra...Y aun recuerdo que fui tierra...



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