Tradução gerada automaticamente

El Último Sol (part. Rubén Pozo)
Poncho K
O Último Sol (part. Rubén Pozo)
El Último Sol (part. Rubén Pozo)
Na esquinaA la vuelta de la esquina
Eu estava correndo feito um malucoEstaba ayer corriendo como un descosido
Pensando que a vida estava passandoPensando que se iba la vida
Se já não há templos que me esperemSi ya no hay templos que me aguarden
Nem bagunça nesse barNi jaleo en este antro
Pra eu tomar um drinkPara tomarme una copa
Aeh, me arranca desse vaso que eu tôAeh, arráncame de este florero que tengo
Aeh, a cara suja como um cachorro em um lixãoAeh, la cara sucia como un perro en un escombrero
É carnaval na cabeça erradaSon carnavales en la frente equivocada
E quando sinto cheiro de moralY cuando me huele a moral
Deus nunca morreNunca se muere Dios
E o que me mata é a vontade de verY a mí me mata el capricho de ver
O último Sol nascerEl último Sol nacer
Tombar pela praça entre os postesTambalearme por la plaza entre farola
Dar outro ânimo ao amanhecerDarle otro punto al alba
Amanhã tanto fazMañana que más da
Se o que me mata é a vontade de verSi a mí me mata el capricho de ver
O último Sol nascerEl último Sol nacer
Entre os livros não entendiEntre los libros no entendí
Quem ficou com a ilusão da nossa infânciaQuien se quedó con la ilusión de nuestra infancia
Se tudo flui pra frenteSi todo fluye hacia delante
Como vocês querem sorrir se odeiam o que são sem ser?¿Cómo queréis sonreíros si odiáis lo que sois sin serlo?
Aeh, me arranca desse vaso que eu tôAeh, arráncame de este florero que tengo
Aeh, a cara suja como um cachorro em um lixãoAeh, la cara sucia como un perro en un escombrero
É carnaval na cabeça erradaSon carnavales en la frente equivocada
E quando sinto cheiro de moralY cuando me huele a moral
Deus nunca morreNunca se muere Dios
E o que me mata é a vontade de verY a mí me mata el capricho de ver
O último Sol nascerEl último Sol nacer
Tombar pela praça entre os postesTambalearme por la plaza entre farola
Dar outro ânimo ao amanhecerDarle otro punto al alba
Amanhã tanto fazMañana que más da
Se o que me mata é a vontade de verSi a mí me mata el capricho de ver
O último Sol nascerEl último Sol nacer
Aeh, aeh, aeh, aehAeh, aeh, aeh, aeh
É carnaval na cabeça erradaSon carnavales en la frente equivocada
E quando sinto cheiro de moralY cuando me huele a moral
Deus nunca morreNunca se muere Dios
E o que me mata é a vontade de verY a mí me mata el capricho de ver
O último Sol nascerEl último Sol nacer
Tombar pela praça entre os postesTambalearme por la plaza entre farola
Dar outro ânimo ao amanhecerDarle otro punto al alba
Amanhã tanto fazMañana que más da
Se o que me mata é a vontade de verSi a mí me mata el capricho de ver
O último Sol nascerEl último Sol nacer
Aeh, aeh, me arranca desse vaso, aeh, aehAeh, aeh, arráncame de este florero, aeh, aeh



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