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Idas e Vindas

Poncho K

Idas y Venidas

Cuando se te caiga la razón
Dejo una rendija abierta
Por si me quieres llamar pon-pon

Tengo puesta la imaginación
En batallas y reyertas
Que no me dejé ganar y adiós

Temo que se apague la ilusión
Ni siquiera me contesta
A saber en que andará, lejos

De los torbellinos
De idas y venidas
De un tira y afloja
Que nunca termina

Vamos no me sueltes de la mano
Y déjate sentir, déjate mirar, déjate llevar
Corre que en mi boca ya es verano
Y déjame reír, déjame gritar, déjame ladrar

Y saca las ganas de roce a hervir
Entre cuita y alborozo
Por si acaso es nuestra última vez

Ahora que miramos sin saber
Que la tarde se ha hecho vieja
Por un rato habrá que florecer

Temo que se apague la ilusión
Ni siquiera me echa cuenta
A saber que pasará, dentro

De los torbellinos
De idas y venidas
De un tira y afloja
Que nunca termina

Vamos no me sueltes de la mano
Y déjate sentir, déjate mirar, déjate llevar
Corre que en mi boca ya es verano
Y déjame reír, déjame gritar, déjame ladrar

Mi refugio está por descubrir aún (ah)
Siento envidia de todas las golondrinas
Que se amparan en su vuelo y su trinar (ah)
Y acontecen solamente sin llegar a ningún sitio

Vamos no me sueltes de la mano
Y déjate sentir, déjate mirar, déjate llevar
Corre (corre) Que en mi boca ya es verano
Y déjame reír, déjame gritar, déjame ladrar
Vamos (vamos) No me sueltes de la mano
Corre (corre) Que en mi boca ya es verano

Idas e Vindas

Quando a razão te escapar
Deixo uma fresta aberta
Se você quiser me chamar, vai que vai

Tô com a imaginação
Em batalhas e brigas
Que não vou deixar me vencer, e tchau

Temo que a ilusão se apague
Nem me responde mais
Vai saber onde tá, longe

Dos redemoinhos
De idas e vindas
De um vai e vem
Que nunca acaba

Vamos, não me solta da mão
E deixa sentir, deixa olhar, deixa levar
Corre que na minha boca já é verão
E deixa eu rir, deixa eu gritar, deixa eu latir

E faz a vontade de toque ferver
Entre tristeza e alegria
Vai que essa é nossa última vez

Agora que olhamos sem saber
Que a tarde já tá velha
Por um tempo vamos florescer

Temo que a ilusão se apague
Nem me dá atenção
Vai saber o que vai rolar, dentro

Dos redemoinhos
De idas e vindas
De um vai e vem
Que nunca acaba

Vamos, não me solta da mão
E deixa sentir, deixa olhar, deixa levar
Corre que na minha boca já é verão
E deixa eu rir, deixa eu gritar, deixa eu latir

Meu refúgio ainda tá pra descobrir (ah)
Sinto inveja de todas as andorinhas
Que se abrigam em seu voo e seu cantar (ah)
E acontecem só sem chegar a lugar nenhum

Vamos, não me solta da mão
E deixa sentir, deixa olhar, deixa levar
Corre (corre) que na minha boca já é verão
E deixa eu rir, deixa eu gritar, deixa eu latir
Vamos (vamos) não me solta da mão
Corre (corre) que na minha boca já é verão

Composição: Poncho-K