Los Carniceros (part. El Drogas)
Ya sé que fumo como un carretero
Que me despierto a media noche como un centinela
No me hizo bien aquella infancia en medio del carril
Y esas pastillas para no dormir
Mirando a ver si venían
Los carniceros cuando estaba solo
Todos los cuentos me metían miedo
Los sacerdotes condenando la masturbación
Y esa risilla diciendo que no, y que no
Que no y que no, y que no
Mientras ahogo mi lucha en el fervor
Se me está haciendo eterno este fogón
Me estaba divirtiendo en descubrir
Ahora con tanta cruz en los talones
Y el precedente del rumor ajeno
Qué escucha aguas sin saber por donde
Se meten en mi puta vida
Critican con la luz del día y no se cortan ni con chapas
Cómprate una vida, mírate al espejo, déjame tranquilo
Si me pierdo es porque estuve en vilo
Los carniceros cuando estaba solo
Todos los cuentos me metían miedo
Los sacerdotes condenando la masturbación
Y esa risilla diciendo que no, y que no
Que no y que no, y que no
Mientras ahogo mi lucha en el fervor
Se me está haciendo eterno este fogón
Me estaba divirtiendo en descubrir
Los carniceros cuando estaba solo
Todos los cuentos me metían miedo
Los sacerdotes condenando la masturbación
Y esa risilla diciendo que no, y que no
Que no y que no, y que no
Mientras ahogo mi lucha en el fervor
Se me está haciendo eterno este fogón
Me estaba divirtiendo en descubrir
Que suene el tambor al compás de la vida
(Los carniceros cuando estaba solo)
La jornada breve de las miradas que se buscan
(Todos los cuentos me metían miedo)
Sangres de carniceros me retan
(Los sacerdotes condenando la masturbación)
Y yo tan tranquilo, que este viento no me agrieta
Ya soplarán en favor de mi galope
A la contra de tus flechas
(Y esa risilla diciendo que no, y que no)
Ya se hará ancho el camino
Y otros lo estrecharán de vuelta
(Que no y que no, y que no)
(Mientras ahogo mi lucha en el fervor)
Yo necesito hambre de vencejos
Cúrcuma y ricino para los abscesos de la ira acumulada
(Se me está haciendo eterno este fogón)
(Me estaba divirtiendo en descubrir)
Guerra de vida contra mí
Para sentir que aún estoy vivo
(Los carniceros cuando estaba solo)
Colofón de letras para el alma inquieta
(Todos los cuentos me metían miedo) Y sudor
(Los sacerdotes condenando la masturbación)
Y sudor, y sudor
(Y esa risilla diciendo que no, y que no) Y sudor
Os Carniceiros (part. El Drogas)
Já sei que fumo como um caminhoneiro
Que acordo no meio da noite como um sentinela
Aquela infância no meio da pista não me fez bem
E aquelas pílulas para não dormir
Olhando pra ver se vinham
Os carniceiros quando eu estava sozinho
Todos os contos me davam medo
Os padres condenando a masturbação
E aquela risadinha dizendo que não, e que não
Que não e que não, e que não
Enquanto afogo minha luta na paixão
Esse fogão tá se tornando eterno
Eu estava me divertindo em descobrir
Agora com tanta cruz nos calcanhares
E o precedente do rumor alheio
Que escuta águas sem saber por onde
Se metem na minha vida de merda
Criticam com a luz do dia e não se cortam nem com chapa
Compra uma vida, se olha no espelho, me deixa em paz
Se eu me perco é porque estive em suspense
Os carniceiros quando eu estava sozinho
Todos os contos me davam medo
Os padres condenando a masturbação
E aquela risadinha dizendo que não, e que não
Que não e que não, e que não
Enquanto afogo minha luta na paixão
Esse fogão tá se tornando eterno
Eu estava me divertindo em descobrir
Os carniceiros quando eu estava sozinho
Todos os contos me davam medo
Os padres condenando a masturbação
E aquela risadinha dizendo que não, e que não
Que não e que não, e que não
Enquanto afogo minha luta na paixão
Esse fogão tá se tornando eterno
Eu estava me divertindo em descobrir
Que soe o tambor no compasso da vida
(Os carniceiros quando eu estava sozinho)
A jornada breve dos olhares que se buscam
(Todos os contos me davam medo)
Sangues de carniceiros me desafiam
(Os padres condenando a masturbação)
E eu tão tranquilo, que esse vento não me racha
Já vão soprar a favor do meu galope
Contra suas flechas
(E aquela risadinha dizendo que não, e que não)
Já vai se alargar o caminho
E outros vão estreitá-lo de volta
(Que não e que não, e que não)
(Enquanto afogo minha luta na paixão)
Eu preciso de fome de andorinhas
Cúrcuma e rícino para os abscessos da ira acumulada
(Esse fogão tá se tornando eterno)
(Eu estava me divertindo em descobrir)
Guerra de vida contra mim
Pra sentir que ainda estou vivo
(Os carniceiros quando eu estava sozinho)
Colofão de letras para a alma inquieta
(Todos os contos me davam medo) E suor
(Os padres condenando a masturbação)
E suor, e suor
(E aquela risadinha dizendo que não, e que não) E suor