Las Puertas de Acuario
Señor, gritame, estoy tan solo
He de nacer muy pronto
Más no de un vientre
La falsa calma no ha de seguir
Siglos de nada cubren los tiempos
La mente ha de caer justo en otoño
Llegando al pez hasta el final
Baja la siesta ya
Baja la siesta ya
Átomos violetas (arrastrame ya)
Se hunden en las aguas (tu amor me ha hecho libre)
Lentos bajan hasta aquí (mientras el Sol esté aquí)
Para vivir (he de vivir)
Deseándote (deseándote)
El mar que está tan solo (el camino se perdió)
Se cansó de su destino (por tantas palabras)
Y espumas celestes (y lluvias celestes)
Inventan sueños (inventan sueños)
Para alegrarlo (para alejarnos)
Las puertas de acuario
Llegan hasta este Sol
Descendiendo con gloria
As Portas do Aquário
Senhor, grita pra mim, tô tão sozinho
Vou nascer bem logo
Mas não de um ventre
A falsa calma não vai durar
Séculos de nada cobrem os tempos
A mente vai cair justo no outono
Chegando no peixe até o final
Desce a soneca já
Desce a soneca já
Átomos violetas (me arrasta já)
Afundam nas águas (teu amor me deixou livre)
Devagar descem até aqui (enquanto o Sol estiver aqui)
Pra viver (tenho que viver)
Te desejando (te desejando)
O mar que tá tão só (o caminho se perdeu)
Cansou do seu destino (por tantas palavras)
E espumas celestes (e chuvas celestes)
Inventam sonhos (inventam sonhos)
Pra alegrá-lo (pra nos afastar)
As portas do aquário
Chegam até este Sol
Descendo com glória
Composição: Raúl Rodolfo Porchetto