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Entre Avenidas e Calçadas

Porta

Entre Avenidas y Aceras

Esta es la historia de aquel niño
De un niño marginado
Que siempre sacaba dieces
Y sin amigos al lado

Él tenía un sueño
El sueño de ser popular
El estudiante sin amigos
Que un día empezó a fumar

Consiguió amigos fácilmente
Pero lo hizo en alto precio
Los estudios fueron mal
Pero da igual llenó el vacío

Que sentía dentro
Malas influencias
Te llevan al mal camino
Mucho cambiaste

Engañaste a tu destino
El niño ingenuo continuó
Con los porros por diversión
Las risas con los colegas

Todo acabó en adicción
El caballito blanco
Lo atrapó en su telaraña
Prostitución, drogas, alcohol

Fueron sus únicas hazañas
Un niño capaz de matar
Tan solo por algún gramo
Perdiste tu vida y la

Transformaste en un caos
Tu vida fue infortunio
Y es que ahora nadie te quiere
Vendiste tu familia

Por 4 papeles verdes
Ahora ya nadie le importas
Perdiste a tus amigos
Y es que entre deudas y deudas

Solo ganaste enemigos
Cuestión de tiempo el sentir
Que tu vida era una mierda
Siempre tirado en el parque

Entre avenidas y aceras
Estás solo y lo más duro
Es convivir en soledad
Para ganarte el pan diario

Ahora tienes que robar
Delincuente juvenil
Dónde te llevarán tus pasos
Si intentaste ir a mejor

Y el intento quedó en fracaso
Huyes, pasan coches, oyes
Sirenas de fondo
Que poco a poco se acercan

Te reflejaba aquél foco
De luces rojas y azules
Agentes te registran
Es la hora de correr

Si te pillan tu libertad confiscan
Te pusieron sus esposas
Directo a comisaría
Te ficharon primer

Contacto con la policía
Un día calabozo
Faltan fuerzas
Se que ya no puedes hacer nada
Con tu vida estando entre 4 paredes

Es la historia de aquel niño
De un niño atropellado
Ahogado entre llantos y sueños
Un chaval desorientado

Fantasías, pesadillas
Entre avenidas y aceras
Despierta y deja a un lado
Ya todas tus falsas penas

Es la historia de aquel niño
De un niño atropellado
Ahogado entre llantos y sueños
Un chaval desorientado

Fantasías, pesadillas
Entre avenidas y aceras
Despierta y deja a un lado
Ya todas tus tus falsas penas

Reflexiona, propón cambiar
Tu vida si no es tarde
Al salir del centro de menores
Ves a hacer las paces

Con aquellos que te querían
Y tú les diste a espalda
Avanza, quizás ahora
Te ignorará la esperanza

Tu infancia, un mal recuerdo
Que intentarás olvidar
Intenta arreglarlo ya
No hay hombros en los que llorar

Ves a hablar, a arreglar las
Cosas con tus familiares
Llegas tarde, tu familia no está
Cambiaron paisajes

Pasaron años, viviste
Y conviviste sin trabajo
En las calles llenas de odio
Siempre con ánimos bajos

Ahora que ya eres mayor
Querías borrar el pasado
Necesitas ayuda
Reconoce, estás acabado

No te rindas, sigue buscando
Que quien busca encuentra
Muchos años ya
Vagando con cero respuestas

Bebes de fuentes calientes
Te alimentas de basura
Vives 24 horas
Recorres calles oscuras

Siempre por el mismo barrio
Conoces cada calle
Conoces cada rincón
Cada banco, cada detalle

Por las noches tienes miedo
Que te salga un pandillero
Que puedan apalearte
Apedrearte por rastrero

Estás exhausto y con esperanzas
De encontrar trabajo
Duermes bajo túneles
Y a diez grados bajo cero

Eres fuerte y a la vez débil
Solo otro pasajero que va
En sentido contrario
Buscando un camino correcto

Nadie te regaló nada
Ni 7 míseros céntimos
Infausto amigo nómada
Siempre con contratiempos

Todos se ríen de ti
Los niños te toman el pelo
Y ya estás harto
De todas formas

Jamás verás el cielo
Estás cansado, agotado
Estás dispuesto a rendirte
A darte por vencido ya

A acabar con tu alma triste
Te ahorcaste y despertaste
De aquel coma profundo
Todo quedó en un largo sueño

Chico esta es tu vuelta al mundo
Es la historia de aquel niño
De un niño atropellado
Ahogado entre llantos y sueños

Un chaval desorientado
Fantasías pesadillas
Entre avenidas y aceras
Despierta y deja a un lado

Ya todas tus falsas penas
La historia de aquel niño
De un niño atropellado
Ahogado entre llantos y sueños

Un chaval desorientado
Fantasías pesadillas
Entre avenidas y aceras
Despierta y deja a un lado

Ya todas tus falsas penas

Entre Avenidas e Calçadas

Essa é a história daquele garoto
De um garoto excluído
Que sempre tirava notas altas
E sem amigos ao lado

Ele tinha um sonho
O sonho de ser popular
O estudante sem amigos
Que um dia começou a fumar

Conseguiu amigos fácil
Mas pagou um alto preço
Os estudos foram mal
Mas tanto faz, preencheu o vazio

Que sentia por dentro
Más influências
Te levam pro caminho errado
Você mudou muito

Enganou seu destino
O garoto ingênuo continuou
Com os baseados pra se divertir
As risadas com os amigos

Tudo acabou em vício
O cavalo branco
Te prendeu na sua teia
Prostituição, drogas, álcool

Foram suas únicas conquistas
Um garoto capaz de matar
Só por um grama
Perdeu sua vida e a

Transformou em um caos
Sua vida foi um infortúnio
E agora ninguém te quer
Vendeu sua família

Por 4 notas verdes
Agora ninguém se importa
Perdeu seus amigos
E entre dívidas e dívidas

Só ganhou inimigos
Questão de tempo pra sentir
Que sua vida era uma merda
Sempre jogado no parque

Entre avenidas e calçadas
Você está sozinho e o mais duro
É conviver na solidão
Pra ganhar o pão de cada dia

Agora você tem que roubar
Delinquente juvenil
Pra onde te levarão seus passos
Se tentou ir pra melhor

E a tentativa foi um fracasso
Você foge, passam carros, ouve
Sirenas ao fundo
Que aos poucos se aproximam

Te refletia aquele farol
De luzes vermelhas e azuis
Agentes te revistam
É hora de correr

Se te pegam, confiscam sua liberdade
Te colocaram as algemas
Direto pra delegacia
Te ficharam primeiro

Contato com a polícia
Um dia na cela
Faltam forças
Sei que já não pode fazer nada
Com sua vida entre 4 paredes

É a história daquele garoto
De um garoto atropelado
Afogado entre choros e sonhos
Um jovem desorientado

Fantasias, pesadelos
Entre avenidas e calçadas
Acorda e deixa de lado
Já todas suas falsas penas

É a história daquele garoto
De um garoto atropelado
Afogado entre choros e sonhos
Um jovem desorientado

Fantasias, pesadelos
Entre avenidas e calçadas
Acorda e deixa de lado
Já todas suas falsas penas

Reflete, propõe mudar
Sua vida se não for tarde
Ao sair do centro de menores
Vá fazer as pazes

Com aqueles que te queriam
E você deu as costas
Avança, talvez agora
A esperança te ignore

Sua infância, uma má lembrança
Que você tentará esquecer
Tente consertar isso já
Não há ombros onde chorar

Vá falar, consertar as
Coisas com seus familiares
Chega tarde, sua família não está
Mudaram as paisagens

Passaram anos, você viveu
E conviveu sem trabalho
Nas ruas cheias de ódio
Sempre com ânimo baixo

Agora que já é maior
Queria apagar o passado
Precisa de ajuda
Reconhece, você está acabado

Não desista, continue buscando
Quem busca encontra
Muitos anos já
Vagando sem respostas

Bebe de fontes quentes
Se alimenta de lixo
Vive 24 horas
Percorrendo ruas escuras

Sempre pelo mesmo bairro
Conhece cada rua
Conhece cada canto
Cada banco, cada detalhe

À noite você tem medo
Que um bandido apareça
Que possam te espancar
Te apedrejar por rasteiro

Você está exausto e com esperanças
De encontrar trabalho
Dorme sob túneis
E a dez graus abaixo de zero

Você é forte e ao mesmo tempo fraco
Só mais um passageiro que vai
No sentido contrário
Buscando um caminho certo

Ninguém te deu nada
Nem 7 míseros centavos
Infeliz amigo nômade
Sempre com contratempos

Todos riem de você
As crianças te tiram sarro
E você já está cansado
De toda forma

Jamais verá o céu
Você está cansado, exausto
Está disposto a desistir
A se render já

A acabar com sua alma triste
Se enforcou e despertou
Daquele coma profundo
Tudo ficou em um longo sonho

Garoto, essa é sua volta ao mundo
É a história daquele garoto
De um garoto atropelado
Afogado entre choros e sonhos

Um jovem desorientado
Fantasias, pesadelos
Entre avenidas e calçadas
Acorda e deixa de lado

Já todas suas falsas penas
A história daquele garoto
De um garoto atropelado
Afogado entre choros e sonhos

Um jovem desorientado
Fantasias, pesadelos
Entre avenidas e calçadas
Acorda e deixa de lado

Já todas suas falsas penas

Composição: