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Três Copas (A Lâmina / O Ponte Quebrado / Gaivota Traidora)

Posadas

Tres Copas (La Cuchilla / El Puente Roto / Gaviota Traidora)

En una cantina lo encontre
En una cantina lo perdi
Y hoy voy en cantina en cantina
Buscando al ingrato que me abandono

Si no me queres te corto la cara
Con una cuchilla de esas de afeitar
El día de la boda te doy puñaladas
Te arranco el ombligo y casco a tu mamá

Si no me queres te corto la cara
Con una cuchilla de esas de afeitar
El día de la boda te doy puñaladas
Te arranco el ombligo y casco a tu mamá

Cuando yo supe quererte
Te abrazaba yo en el puente
Nos quisimos de un jalón
Y en las tardes tan serenas
Por las verdes arboledas
Me robaste el corazón

Luego vino el tiempo de aguas
Ya no supe donde andabas
Y todito se acabó
Para colmo de mi suerte
Fue creciendo la corriente
Y hasta el puente se rompió

El puente roto le llamo yo
A tu cariño que se rajó
Así dejaste a mi corazón
Hecho pedazos con tu traición

Ahora suena el puente roto
Tu abrazada con el otro
Ni te acuerdas de mi amor
Porque así son las mujeres
Cuando el hombre más la quiere
Siempre pagan con traición

Ya lo sé, gaviota, que tu amor a otra le vas a brindar
Ya lo sé que sola y mirando al cielo me vas a dejar

Si es así, gaviota, prueba bien tus alas
Y si estás segura, échate a volar
Nomás no me salgas echa medio vuelo
Una de tus alas empieza a fallar

Si no me queres te corto la cara
Con una cuchilla de esas de afeitar
El día de la boda te doy puñaladas
Te arranco el ombligo y casco a tu mamá

Três Copas (A Lâmina / O Ponte Quebrado / Gaivota Traidora)

Em uma cantina eu te encontrei
Em uma cantina eu te perdi
E hoje vou de cantina em cantina
Procurando o ingrato que me abandonou

Se não me quer, eu corto sua cara
Com uma lâmina daquelas de barbear
No dia do casamento eu te dou facadas
Arranco seu umbigo e casco na sua mãe

Se não me quer, eu corto sua cara
Com uma lâmina daquelas de barbear
No dia do casamento eu te dou facadas
Arranco seu umbigo e casco na sua mãe

Quando eu soube te amar
Te abraçava lá na ponte
Nos amamos de uma vez só
E nas tardes tão serenas
Pelas verdes alamedas
Você roubou meu coração

Depois veio o tempo das águas
Já não soube onde você estava
E tudo se acabou
Pra piorar minha sorte
A corrente foi crescendo
E até a ponte se quebrou

A ponte quebrada eu chamo
Do seu carinho que se rachou
Assim você deixou meu coração
Em pedaços com sua traição

Agora toca a ponte quebrada
Você abraçada com outro
Nem se lembra do meu amor
Porque assim são as mulheres
Quando o homem mais as ama
Sempre pagam com traição

Já sei, gaivota, que seu amor a outro você vai dar
Já sei que sozinha e olhando pro céu você vai me deixar

Se é assim, gaivota, teste bem suas asas
E se tiver certeza, se jogue a voar
Só não me venha com meio voo
Uma das suas asas começa a falhar

Se não me quer, eu corto sua cara
Com uma lâmina daquelas de barbear
No dia do casamento eu te dou facadas
Arranco seu umbigo e casco na sua mãe

Composição: Victor Cordero, Jaime Rincon Parra