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Cinzas às Cinzas

Posthuman

Ashes To Ashes

It's ashes to ashes, all will end in dust.
We will be forgotten like steel becomes rust
Nothing is forever, nothing will stay here.
When all is decaying show me what you fear.

All that you love, that you hate, that you care for
It will fade away!

Everyone fears something, someone or some dreams.
I hear the echoes of death when a child screams.
We are all born dead, we cannot escape it.
Birth is a crime scene and coffins are cradles

We shall not, we cannot
We will not live forever
Our conscience is fading
We're getting weaker as we speak
We shall not, we cannot
We will not live forever
Our conscience is fading
We're getting weaker day by day

Death is a shadow on the wall of our lives.
A darkness that cannot be lost with sunlight.
It's closing in on us can you hear the call,
of the death clarions announcing our fall.

Cinzas às Cinzas

É cinzas às cinzas, tudo vai acabar em pó.
Seremos esquecidos como o aço que enferruja.
Nada é pra sempre, nada vai ficar aqui.
Quando tudo estiver apodrecendo, me mostre o que você teme.

Tudo que você ama, que você odeia, que você se importa
Vai se apagar!

Todo mundo teme algo, alguém ou alguns sonhos.
Eu ouço os ecos da morte quando uma criança grita.
Todos nós nascemos mortos, não podemos escapar disso.
O nascimento é uma cena de crime e caixões são berços.

Nós não devemos, nós não podemos
Não viveremos para sempre.
Nossa consciência está se apagando.
Estamos ficando mais fracos enquanto falamos.
Nós não devemos, nós não podemos
Não viveremos para sempre.
Nossa consciência está se apagando.
Estamos ficando mais fracos dia após dia.

A morte é uma sombra na parede das nossas vidas.
Uma escuridão que não pode ser dissipada com a luz do sol.
Está se aproximando de nós, você pode ouvir o chamado,
dos clarins da morte anunciando nossa queda.

Composição: