exibições de letras 4
Letra

    Agô

    Formo, forno
    Firmo, fino
    Tudo se passa comigo
    Por quê?
    Eu não sei
    Mas está tudo bem
    Em terra de cego, eu sou o rei
    Parana, sou invisível
    Vivente, não vivido

    Continua o batuque
    Para não!

    Abre todos os canais
    Deixa ficar zen
    Vendo o arregar
    Cujo, veio me resgatar
    Pois na onde vivo
    Todo homem é bola
    Enxergam o próprio umbigo
    Calado, venham mantendo-me

    Professores, arrogantes
    Inocentes estudantes
    Vocês olham a maldade
    Se reproduz
    Procria-se
    Centenas de formas
    Vestes têm
    Nada presta em sua mente

    Que não quer
    Que não resiste muito
    Milhares de torturas
    Nua, crua, rica
    Mista, morena e bonita

    Serenatas
    Te enganam
    Tocando a liberdade
    Por trás das harpas
    Velam as verdades

    E você
    Você, se a você
    Rala para um
    Em quantos outros?
    Três por um
    Continua de pé
    Nas pontas dos pés
    Os aplaudindo
    Aos mitos
    Mitos das teorias
    Delirantes e marcantes
    De auto-endeusarem
    Como o caminho

    A trilha está
    Que anda
    Das décadas de sessenta

    Frutos fraquejastes
    Raízes Antonieta
    Achando-se espaçam-te
    Doce de menta
    Olhando a distância
    De todas as ânsias
    Das suas fadigas
    Sentada, negadas

    Vem chegando à tarde
    Dizem, está doidão
    Antes, rejeitam-me
    Com o tempo, anulam-me
    Pela noção
    No que mudar, como faz Deus
    Só nos resta que

    Mais uma vez
    Uma hora
    Quantas vezes
    Cissitará?

    Olhando para baixo
    Para cima
    Minha guia
    Meu mapinha

    Descobrir o horizonte
    Por dentro da ravina
    Acima de um tapete
    Farejando

    Posto na posição
    De pensar
    Pensando logo
    Antes de racionar
    Pois passa despercebido
    Várias pérolas raras
    Arrasadas
    Ocorre constante
    Quando delirantes
    Viram fragrantes
    Mancham a história
    Troca os roteiros
    Somos primeiros
    E todos que
    Contradizem
    Eles nunca dizem
    Nada pra valer

    Isso aqui
    Torna um debate
    Meio
    Mortal Kombat
    Onde
    Quem for bom
    Será selado
    Maltratado
    Resto todo
    Saberá
    Iram te enforcar
    Até perder
    Então peça a Babalorixá
    Te abençoar
    E não chegue lá

    Quaisquer
    Burlão
    Ventania é sinal de
    Confusão

    Ajudam
    Iguais caroços de limão

    Perfura, profundo
    Parecendo o todo duro

    Culpo a mim?
    A si?
    A li?
    A quem?
    Pois nego o indicado futuro
    Para todos os pré-maturo

    Vem chegando à tarde
    Dizem, está doidão
    Antes, rejeitam-me
    Hoje, anularam-me
    Pela noção
    Como mudar, como faz?
    Bem isso?
    Ocasiono que ligue o foda-se
    Do que dirão

    Composição: Samuel Martinez Ribeiro. Essa informação está errada? Nos avise.

    Comentários

    Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra

    0 / 500

    Faça parte  dessa comunidade 

    Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de PP Ribeirinho e vá além da letra da música.

    Conheça o Letras Academy

    Enviar para a central de dúvidas?

    Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.

    Fixe este conteúdo com a aula:

    0 / 500

    Opções de seleção