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A Ditadura das Máquinas (solitário Não, Solidário Sim)

Presto Vivace

La Dictadura de Las Máquinas (solitario No, Solidario Sí)

La humanidad no puede vivir sin ideales
Y estos son, tienen que ser
Los que vuelvan a considerar,
Al hombre como fin, no como un medio.

Hay tiempos de la humanidad,
En que el progreso es reaccionario
Y la reacción es progresista,
Por eso hay que tener cuidado con
¨la dictadura de las máquinas¨.

Juan, ahora eres john,
Un ántropo ciber conectado
Al banco de datos de la pc boreal.
Vivís en perfecta comunicación
Con tu trágica soledad,
Reduciendo los fenómenos
A la mera cantidad.

Amás esa especie de disney
Con dimensiones de todo un país,
Donde el ocaso de lo real
Ocurre en tu medio ideal.
Donde apenas te humanizás
El sistema te descarta.

Solo estás atento a ti mismo
Seducido por el juego de las apariencias,
Sin convicciones solidarias.
Solitario no, solidario sí.

Cambiá la ¨t¨ por la ¨d¨.
Renunciá a vivir en la sociedad del simulacro,
Donde nos vestimos de gestos
Pero nos vaciamos de actos-

Tus elecciones, ya han sido seleccionadas
Y el ocaso de tu voluntad llegó,
Te han convertido en un triste objeto.
(dos objetos no pueden entrar en comunión
Y mucho menos por medio de otro objeto
Como el computador)

Natura está para ser explotada
Y el cuerpo mismo del hombre
Por a ella pertenecer,
Terminó siendo un objeto más.

John, volvé a ser ese juan
No sustituyas la austeridad
Por esa cultura tecno-hedonista.
Tus testa desborealizá
No seas un objeto más
De ¨la dictadura de las máquinas¨.

No huyas de la política en la técnica.
Solitario no, solidario, sí.

Cambiá la ¨t¨ por la ¨d¨,...

Debés abandonar la idea
De que los instrumentos son todo,
Asumir un sentido simbiótico y fraterno
Entre toda la humanidad,
Como seres indivisibles.

Cambiá la ¨t¨ por la ¨d¨,...

A Ditadura das Máquinas (solitário Não, Solidário Sim)

A humanidade não pode viver sem ideais
E esses são, têm que ser
Os que voltem a considerar,
O homem como fim, não como um meio.

Há tempos na humanidade,
Em que o progresso é reacionário
E a reação é progressista,
Por isso é preciso ter cuidado com
"a ditadura das máquinas".

Juan, agora você é John,
Um antropo ciber conectado
Ao banco de dados da pc boreal.
Você vive em perfeita comunicação
Com sua trágica solidão,
Reduzindo os fenômenos
À mera quantidade.

Você ama essa espécie de Disney
Com dimensões de todo um país,
Onde o ocaso do real
Acontece no seu meio ideal.
Onde mal consegue se humanizar
O sistema te descarta.

Você só está atento a si mesmo
Seduzido pelo jogo das aparências,
Sem convicções solidárias.
Solitário não, solidário sim.

Troque o "t" pelo "d".
Renuncie a viver na sociedade do simulacro,
Onde nos vestimos de gestos
Mas nos esvaziamos de atos-

Suas escolhas, já foram selecionadas
E o ocaso da sua vontade chegou,
Te transformaram em um triste objeto.
(dois objetos não podem entrar em comunhão
E muito menos por meio de outro objeto
Como o computador)

A natureza está para ser explorada
E o corpo do homem
Por a ela pertencer,
Terminou sendo um objeto mais.

John, volte a ser aquele Juan
Não substitua a austeridade
Por essa cultura tecno-hedonista.
Desborealize sua cabeça
Não seja um objeto mais
Da "ditadura das máquinas".

Não fuja da política na técnica.
Solitário não, solidário, sim.

Troque o "t" pelo "d",...

Você deve abandonar a ideia
De que os instrumentos são tudo,
Assumir um sentido simbiótico e fraterno
Entre toda a humanidade,
Como seres indivisíveis.

Troque o "t" pelo "d",...

Composição: