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Além das Correntes

Prevalent Resistance

From Beyond The Chains

Times of degeneration, times of distress
Shoreless are the seas that stir beyond
I strife among the warriors of black noblesse
With a timeless vow as an eternal womb

Resistance against the harness of skin
With the silent, self-glorifying conflict
This my objective for ages has been
And with disease the man to afflict

Beyond the rusty gates of life
An infinite coldness therein lies
The deepest of voids, a chasm of ice
Overflowing with woe and demise

Through these gates it is my fate
To once pass with glory and pride
A departure relieving the material weight
By a catharsis of self and genocide

Blood may flow slower than water
But in great time does true strength come
And while eras have passed one after another
The journey towards godhood has just begun

The passing of flesh from this mundane world
Is a circle ending but to begin
To separate oneself from the obedient herd
Is the will emanating from within

Além das Correntes

Tempos de degeneração, tempos de aflição
Os mares sem costa agitam-se além
Eu luto entre os guerreiros da nobreza negra
Com um voto atemporal como um útero eterno

Resistência contra o jugo da pele
Com o conflito silencioso e auto-glorificante
Esse meu objetivo por eras tem sido
E com a doença o homem a afligir

Além dos portões enferrujados da vida
Uma frieza infinita ali reside
O mais profundo dos vazios, um abismo de gelo
Transbordando de dor e fim

Através desses portões é meu destino
Passar uma vez com glória e orgulho
Uma partida aliviando o peso material
Por uma catarse de eu e genocídio

O sangue pode fluir mais devagar que a água
Mas com o tempo vem a verdadeira força
E enquanto as eras passaram uma após a outra
A jornada rumo à divindade apenas começou

A passagem da carne deste mundo mundano
É um círculo que termina, mas para recomeçar
Separar-se do rebanho obediente
É a vontade que emana de dentro

Composição: