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Nem Trabalhador, Nem Patrão

Producto Interior Bruto

Ni Obrerx, Ni Patron

Mira qué fácil es todo,
Cuando está bien explicado,
Me han dicho que el mundo es la lucha
Entre los buenos
Y los malos.

Que está la clase explotada
Y enfrente la explotadora
Y la lucha entre los dos bandos
Es el único motor de la historia.
Cualquiera que sea un currante,
Por el mero hecho de serlo,
Está de nuestro lado y merece nuestro respeto.

Por contra están los ricos,
Que son siempre los culpables
De todo lo malo que ocurra y de todo lo malo que pase.

Y yo pienso que esta forma de no pensar
Es una mierda que impide ver
Los problemas tal como son, la realidad tal como es. simplificarlo todo así,
Sólo nos puede conducir a darnos contra una pared
Y creernos que eso es resistir.

Ya no me trago ese cuento de la lucha de clases,
No escucho a quien me habla
Con consignas en vez de frases.
Más de una vez me habéis dicho
Que debemos estar unidos,
En la misma barricada y contra el mismo enemigo.

Y yo siempre me pregunto ¿cómo es esa barricada?
Es que ¿acaso sólo hay una? y ¿cómo será de larga?
Que somos tan distintos que unirnos no tiene sentido, que cada uno encuentre su sitio y que siga su camino.

Y yo digo que la causa de este mal
Es algo muy antiguo ya, es anterior al capital:
El ejercicio de autoridad.
Así que un mundo obrero no es la solución a nada real. currantes me han hecho sufrir,
Currantes me han hecho llorar.

La libertad no es gestionar
Las fábricas de la ciudad.
Menuda mierda es exigir la igualdad para consumir.
Que yo no quiero figurar
En un ejército virtual.
Acabemos con ese error,
Ni obrerx ni patrón, ni obrerx ni patrón,
Ni obrerx ni patrón, ni obrerx ni patrón,
¡ni obrerx ni patrón!

Nem Trabalhador, Nem Patrão

Olha como tudo é fácil,
Quando é bem explicado,
Me disseram que o mundo é a luta
Entre os bons
E os maus.

Que tem a classe explorada
E do outro lado a exploradora
E a luta entre os dois lados
É o único motor da história.
Qualquer um que seja um trabalhador,
Só pelo fato de ser,
Está do nosso lado e merece nosso respeito.

Por outro lado estão os ricos,
Que são sempre os culpados
De tudo que é ruim e de tudo que acontece de errado.

E eu penso que essa forma de não pensar
É uma merda que impede de ver
Os problemas como são, a realidade como é. Simplificar tudo assim,
Só pode nos levar a bater de cara na parede
E achar que isso é resistir.

Já não caio mais nesse papo de luta de classes,
Não escuto quem me fala
Com slogans em vez de frases.
Mais de uma vez me disseram
Que devemos estar unidos,
Na mesma barricada e contra o mesmo inimigo.

E eu sempre me pergunto: como é essa barricada?
É que só existe uma? E como será de longa?
Que somos tão diferentes que nos unir não faz sentido, que cada um encontre seu lugar e siga seu caminho.

E eu digo que a causa desse mal
É algo muito antigo já, é anterior ao capital:
O exercício da autoridade.
Então um mundo operário não é a solução para nada real. Trabalhadores me fizeram sofrer,
Trabalhadores me fizeram chorar.

A liberdade não é administrar
As fábricas da cidade.
Que merda é exigir igualdade para consumir.
Que eu não quero figurar
Em um exército virtual.
Vamos acabar com esse erro,
Nem trabalhador, nem patrão, nem trabalhador, nem patrão,
Nem trabalhador, nem patrão, nem trabalhador, nem patrão,
¡nem trabalhador, nem patrão!

Composição: