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El Juglar y Yo

Psiglo

Letra

O Jogral e Eu

El Juglar y Yo

Vejo ao longo de um véu frioVeo a lo largo de un frío tul
Que cobre o imenso valeQue cubre el inmenso valle
Planícies negras, véus de nuvens brancasNegras mesetas, muselinas de nubes blancas
Vejo a pálida luz do Sol, que surge no horizonteVeo la pálida luz del Sol, qué asoma en el horizonte

E como uma cortina se abrem, as nuvens brancasY como un telón se corrían, las nubes blancas
Quebrada a névoa, o Sol se fortaleceQuebrada la niebla, se envalentona el Sol
É março e verão em TacuarembóQue es marzo y verano en Tacuarembó
E a negra pluma do velho tremY el negro penacho del viejo tren

Que fere o vale e se afunda neleQue hiere el valle y se hunde en él
Se esmaga e se estende, grita e se escondeSe aplasta y se extiende, grita y se esconde
Corre e se detém, nasce, vive e morre, mas livreCorre y se detiene, nace, vive y muere, pero libre
E confunde o Sol e a névoaY confunde al Sol y a la niebla

A dor em paz e a alegria em vitóriaA la pena en paz y a la alegría en victoria
E soa um canto agudo de pássaros lentosY suena un tornido canto de pájaros lerdos
Que desperta o trem com seu uivo obstinadoQue despierta el tren con su aullido terco
E arranca mais vozes de ranchos tortosY arranca más voces de ranchos torcidos
Que imitam o hornero, seu barro e sua forma de ninhoQue copian al hornero, su barro y su forma de nido


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