El frío de ayer
En un antiguo ritmo
Lejos de tu algoritmo
Verás dos frases raras de un artista que lucha consigo mismo
Lo hacemos por civismo
Nunca por heroísmo
Es otra noble historia alejaos del egoísmo
Ya son años moviendo el caldero
Ya son noches cantando boleros
Muchas colas llegando primero
Muchas barras en estercoleros
Cogedme
Si veis que me marcho
Paradme
Pero el minutero no deja de aconsejarme
Que si escribes mucho más
Que recibes poco y das
Demasiado lo que inviertes y el tiempo se queda atrás
A ver quien me dice a mi que no tengo canciones
Escritas en tantos callejones
Que las paredes oyen si compones music real
He sufrido a montones
Caricias de rateros que se oponen
A que mi lírica resida en corazones
Y quererme comprar
Querer no es poder
Muthafuckin' chacal
Back up
Pack off
To the music realness flow
Inna life inna fucking babylon
Reggae music soldier
Fidi world
Recuerdo cuánto y qué perdimos
Difícil camino hay que andar
Será que no lo merecimos
O eso nos hacen pensar
Y ahora que por fin se fue
Toda condena: El frío de ayer
Te necesito
Pa' ver bonito
Y entre los huesos quedaran
Miles de huellas nos dirán
Que despacito
Nadie busca lo que va encontrar
Y como anciano viendo a un niño
Y como río llega al mar
Como cenizas de un olivo
Las horas pasan sin cesar
Suenan campanas en edificios vacíos
Para muchos sagrados
Aunque Dios vive en los críos
Naturaleza del humano estar dormio
Normal cambiar de aires de un estado corrompio
En un cajón acabaremos tos metios
Libres serán las almas de una vez sin tantos líos
Para un descanso por un libro prometio
Veremos si es verdad
Cuando cuentes lo vivio
Con el vapor dibujo nombres en espejos
Para que recuerden cuando lleguen a viejos
Y con el polvo de un zapato veo consejos
Para seguir subiendo y mirarlos de lejos
Y como anciano viendo a un niño
Y como río llega al mar
Como cenizas de un olivo
Las horas pasan sin cesar
Recuerdo cuánto y qué perdimos
Difícil camino hay que andar
Será que no lo merecimos
O eso nos hacen pensar
Y ahora que por fin se fue
Toda condena: El frío de ayer
Te necesito
Pa' ver bonito
Y entre los huesos quedaran
Miles de huellas nos dirán
Que despacito
Nadie busca lo que va encontrar
O Frio de Ontem
Em um ritmo antigo
Longe do seu algoritmo
Verás duas frases estranhas de um artista que luta consigo mesmo
Fazemos isso por civismo
Nunca por heroísmo
É outra história nobre, afastem-se do egoísmo
Já são anos mexendo no caldeirão
Já são noites cantando boleros
Muitas filas chegando primeiro
Muitas barras em esterqueiros
Me peguem
Se virem que estou indo embora
Me parem
Mas o ponteiro não para de me aconselhar
Que se você escreve muito mais
Recebe pouco e dá
Demais do que investe e o tempo fica pra trás
Vamos ver quem me diz que não tenho canções
Escritas em tantos becos
Que as paredes ouvem se você compõe música real
Eu sofri pra caramba
Carícias de ladrões que se opõem
A que minha lírica resida em corações
E querer me comprar
Querer não é poder
Muthafuckin' chacal
Volta
Desembarca
Para o fluxo da música real
Na vida na porra da babilônia
Soldado da música reggae
Fidi world
Lembro quanto e o que perdemos
Difícil caminho há que andar
Será que não merecíamos
Ou isso nos fazem pensar
E agora que finalmente se foi
Toda condena: O frio de ontem
Eu preciso de você
Pra ver bonito
E entre os ossos ficarão
Milhares de marcas nos dirão
Que devagarinho
Ninguém busca o que vai encontrar
E como um velho vendo uma criança
E como um rio que chega ao mar
Como cinzas de uma oliveira
As horas passam sem parar
Soam sinos em prédios vazios
Para muitos sagrados
Embora Deus viva nas crianças
Natureza do humano estar dormindo
Normal mudar de ares de um estado corrompido
Em uma gaveta acabaremos todos metidos
Livres serão as almas de uma vez sem tantos problemas
Para um descanso por um livro prometido
Veremos se é verdade
Quando contar o que viveu
Com o vapor desenho nomes em espelhos
Para que lembrem quando chegarem a velhos
E com a poeira de um sapato vejo conselhos
Para continuar subindo e olhá-los de longe
E como um velho vendo uma criança
E como um rio que chega ao mar
Como cinzas de uma oliveira
As horas passam sem parar
Lembro quanto e o que perdemos
Difícil caminho há que andar
Será que não merecíamos
Ou isso nos fazem pensar
E agora que finalmente se foi
Toda condena: O frio de ontem
Eu preciso de você
Pra ver bonito
E entre os ossos ficarão
Milhares de marcas nos dirão
Que devagarinho
Ninguém busca o que vai encontrar