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Um Zaino Negro Luzeiro

Quarteto Coração de Potro

Letra

    A vida repete as horas na forma e noite do pelo
    E a Lua refaz na fronte seu brilho de olhar luzeiro
    Que há muito vive no tempo, na humildade de quem chora
    Na prata fina do estrivo, no aço bruto da espora

    Que entoa um canto diante, lembrando a aurora dos outros
    Chiripás de poncho gasto, antigas botas de potro
    Chiripás de poncho gasto, antigas botas de potro

    Luzeiro das horas calmas, entre as razões de existir
    Descaminho dos que andam entre o chegar e o partir
    E se revelam na sombra que veste a paz do arrebol
    Lua inteira junto à fronte que brilha aos olhos do Sol

    Que esconde a frágil moldura, espelho d'água pequeno
    Que benze a intenção do couro, lágrima em paz de sereno
    Se a Lua refaz na fronte seu brilho de olhar luzeiro
    E a vida repete as horas na forma e noite do pelo

    Que entoa um canto diante, lembrando a aurora dos outros
    Chiripás de poncho gasto, antigas botas de potro
    Chiripás de poncho gasto, antigas botas de potro

    Luzeiro das horas calmas, entre as razões de existir
    Descaminho dos que andam entre o chegar e o partir
    E se revelam na sombra que veste a paz do arrebol
    Lua inteira junto à fronte que brilha aos olhos do Sol

    Composição: Adriano Silva Alves / Vitor Amorim. Essa informação está errada? Nos avise.

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