Le triomphe de l'anarchie
Tu veux bâtir des cités idéales,
Détruis d'abord les monstruosités.
Gouvernements, casernes, cathédrales,
Qui sont pour nous autant d'absurdités.
Sans plus attendre, gagnons le communisme
Ne nous groupons que par affinités
Notre bonheur naîtra de l'altruisme
Que nos désirs soient des réalités.
{Refrain:}
Debout, debout, compagnons de misère
L'heure est venue, il faut nous révolter
Que le sang coule, et rougisse la terre
Mais que ce soit pour notre liberté
C'est reculer que d'être stationnaire
On le devient de trop philosopher
Debout, debout, vieux révolutionnaire
Et l'anarchie enfin va triompher.
Empare-toi maintenant de l'usine,
Du capital deviens le fossoyeur
Ta vie vaut mieux que d'être une machine
Tout est à tous, rien n'est à l'exploiteur
Sans préjugé, suis les lois de nature
Et ne produis que par nécessité
Travail facile, ou besogne très dure
N'ont de valeur qu'en leur utilité.
{au Refrain}
On rêve amour au-delà des frontières
On rêve amour aussi de ton côté
On rêve amour dans les nations entières
L'erreur fait place à la réalité
Oui, la patrie est une baliverne
Un sentiment doublé de lâcheté
Ne deviens pas de la viande à caserne
Jeune conscrit, mieux te vaut déserter.
{au Refrain}
Que la nitro, comme la dynamite,
Soient là pendant qu'on discute raison
S'il est besoin, renversons la marmite
Et de nos maux, hâtons la guérison
Place pour tous au banquet de la vie
Notre appétit seul peut se limiter
Que pour chacun, la table soit servie
Le ventre plein, l'homme peut discuter.
{au Refrain}
O Triunfo da Anarquia
Você quer construir cidades ideais,
Destrua primeiro as monstruosidades.
Governos, quartéis, catedrais,
Que pra nós são só absurdos.
Sem mais esperar, vamos ao comunismo
Nos agrupemos só por afinidade
Nossa felicidade virá do altruísmo
Que nossos desejos sejam realidades.
{Refrão:}
De pé, de pé, companheiros da miséria
A hora chegou, é hora de se revoltar
Que o sangue escorra, e a terra se manche de vermelho
Mas que seja por nossa liberdade
É retroceder ficar parado
A gente se torna assim, filosofando demais
De pé, de pé, velho revolucionário
E a anarquia finalmente vai triunfar.
Agora se apodere da fábrica,
Seja o coveiro do capital
Sua vida vale mais do que ser uma máquina
Tudo é de todos, nada é do explorador
Sem preconceitos, siga as leis da natureza
E produza só por necessidade
Trabalho fácil, ou tarefa bem dura
Só têm valor pela sua utilidade.
{no Refrão}
Sonhamos amor além das fronteiras
Sonhamos amor também do seu lado
Sonhamos amor em todas as nações
O erro dá lugar à realidade
Sim, a pátria é uma bobagem
Um sentimento misturado com covardia
Não se torne carne de quartel
Jovem recruta, é melhor desertar.
{no Refrão}
Que a nitro, como a dinamite,
Estejam presentes enquanto discutimos razão
Se necessário, vamos virar a panela
E apressar a cura dos nossos males
Lugar para todos no banquete da vida
Nosso apetite só pode se limitar
Que para cada um, a mesa seja servida
Com a barriga cheia, o homem pode discutir.
{no Refrão}
Composição: Charles D'Avray