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FILHO DO VULCÃO (part. Los Gofiones)

Quevedo

HIJO DE VOLCÁN (part. Los Gofiones)

Hasta que el Sol nos deje de alumbrar
Y el viento de rugir
Aquí vamos a estar
Aquí pensamo' seguir

Nos rodea un mar eterno
Que nos separa y nos une
Yo nací de un volcán
Yo nací de un volcán

Con el dinero, soy insaciable
Y eso que todo lo que amo es impagable
Cambio más de contable que de piba
Mi amor es puro, mi negocio estable
Y me sigo sintiendo solo adentro del convertible

Si no le caes bien a Jader, no le caes bien a nadie
Baby, si te damos bola, es pa' que bailes
Y te vayas con el nuestro, que no podría estar contigo
Pa' que diga': Estuve con el amigo del amigo de

Todos hablan de aquí arriba y ninguno está aquí arriba
Nadie me escucha, solo hablo con Dios cuando hablo hacia arriba
Y yo sé que se muerden y que se mueren de intriga

Y quieren saltarse pasos para verse a mi altura
Y quieren pararse a mi la'o para entender lo que tengo
Y quieren saber con tiempo mi siguiente movimiento
Y para mí, ser yo mismo nunca será un movimiento

Intuición, puto
Sueño con que mis niño' nunca dejen el instituto
Y seguir bajando a la isla para comer barato
Aunque mis diamante' sean certificao', no moissanita

Me contradigo todo el rato, pero me hace sentir vivo
Humilde y arrogante, pero las dos con motivo'
Moriré esperando de mi padre un mensaje emotivo
Y de mi madre, algún cumplido que sea objetivo

Apego evitativo
Aparezco y desaparezco, las do' sin hacer ruido
Ni saludo ni me despido
No saben ni que llegué, ni saben que ya me he ido

Pero estoy en todos lado' donde tú no entra' (donde tú no entra')
Mi círculo está cerrado, puto, aquí no entra'
Y, aunque sabes que no cabes, bro, ¿pa' qué lo intentas?

Solo demuestras que te agarra' a un clavito ardiendo
Y nosotro' somos hermano' mucho antes de cobrar
Somos poquitos, pero ninguno se va a doblar
Yo no oculto la verdad, aunque sepa que va a doler

Odio la gente que se me presenta veinte veces porque no se acuerdan de mi nombre
Nunca me ha pasa'o, nunca me presento con mi nombre
Porque ustede' ya lo saben ya
Volviendo a los miradores donde soñaba con esto
Siete años despué' y sigo soñando con esto
Sigo preguntándome si me me merezco esto
Pero siempre supe que alguien iba a tener que hacer esto y

Tengo pesadillas que no me dejan dormir
Nosotro' sí que no teníamos ná' que perder
Hace mucho tiempo se me cayeron mis ídolos
Por eso ustedes nunca me van a conocer

No me les quiero caer como estos cabrones que ya olvidaron quienes eran
Modelos en mis contacto', presidentes en mi billetera
Bache' y picos en mi carrera
Que camuflo con discos y portadas de revista
Solo si leo antes las preguntas, me planto en esa entrevista
Si no es por doscientos, no me quito el pijama
Dame una casa si quieres que me levante de la cama

Tengo una relación tan tóxica con la fama
Que me la sigo follando aunque sepa que no me ama
Y aunque me llene de pasta, de estatus y cadenas
Tengo un vacío adentro que ya nada lo llena

Y tengo dinero pa' cuidar a los nietos de mis nietos
Tengo problemas que, por menos, te abrirían un hueco
Y estoy tranquilo, en la isla, en cualquier recoveco
Sentado enfrente del mar, contándole mis secretos

Siempre discreto, pero aquí to' saben cuál es mi carro
Nunca con miedo, pero, por si acaso, llevo un cacharro
Yo soy El Baifo, ¿a qué se supone que debo temer?

¿A qué se supone que debo temer si Dios está conmigo?
Hace falta algo más que odiarme para ser mi enemigo
Hace falta algo más que rezar para estar bendecido
Hace falta algo más que follar, mami, soy selectivo

Yo nací de un volcán, de la voz de un pueblo callado
Aquí te enseñan a aguantar y a tener el cuello agachado
Yo le di la vuelta al mundo antes de conseguir un chavo
Y ahora le cojo a mami mientras cuelgo a un abogado, ¿entiende'?

Solo soy uno más del montón
Que aguantó la presión y compró la mansión, ah
No tenía ná', solo yo y mi visión
Y dejé que el tiempo me diera la razón

Odio el paso del tiempo, boté el Cartier Santos
Quiero verano en Las Canteras, no en Pasito Blanco
Volver de la gira y que to' siga intacto
El Teide de fondo, tintado de blanco

Si no cuidas las costumbre', se pierden
Y ojalá que los que vengan las recuerden
Esto es pa' Tacoronte y Valverde, pa' Arrecife y Telde
En mi carrera, tatuada' ocho estrella'

Hasta que el Sol nos deje de alumbrar
Y el viento de rugir
Aquí vamos a estar
Aquí pensamo' seguir

Nos rodea un mar eterno
Que nos separa y nos une
Yo nací de un volcán
Yo nací de un volcán

Hasta que el Sol nos deje de alumbrar
Y el viento de rugir
Aquí vamo' a estar
Aquí pensamo' seguir

Nos rodea un mar eterno
Que nos separa y nos une
Yo nací de un volcán
Yo nací de un volcán

FILHO DO VULCÃO (part. Los Gofiones)

Até que o Sol pare de nos iluminar
E o vento pare de rugir
Vamos ficar aqui
Planejamos continuar aqui

Um mar eterno nos rodeia
Que nos separa e também nos une
Eu nasci de um vulcão
Eu nasci de um vulcão

Com o dinheiro, sou insaciável
E isso porque tudo que eu amo não tem preço
Mudo mais de contador do que de namorada
Meu amor é puro, meu negócio é estável
Mas continuo me sentindo sozinho dentro do conversível

Se o Jader não for com sua cara, ninguém vai ir
Meu bem, se a gente te der atenção, é pra você dançar
E ir embora com o que rolou aqui, porque eu não daria certo com você
Pra você dizer depois: Fiquei com o amigo do amigo de

Todo mundo fala daqui de cima e ninguém está aqui em cima
Ninguém me escuta, eu só falo com Deus quando falo com quem tá em cima
E eu sei que eles ficam doidinhos e que morrem de curiosidade

E querem pular etapas pra parecer que estão na minha altura
E querem ficar ao meu lado pra entender o que eu tenho
E querem saber com antecedência meu próximo movimento
E pra mim, ser eu mesmo nunca vai ser um movimento

Intuição, porra
Sonho com que meus filhos nunca abandonem a escola
E continuar descendo pra ilha pra comer barato
Mesmo que meus diamantes sejam certificados, não são sintéticos

Eu me contradigo o tempo todo, mas isso me faz sentir vivo
Humilde e arrogante, mas os dois com razão
Vou morrer esperando uma mensagem emocionante do meu pai
E da minha mãe, algum elogio que seja sincero

Apego evitativo
Apareço e desapareço, os dois sem fazer barulho
Nem cumprimento nem me despeço
Nem sabem que eu cheguei, nem sabem que já fui embora

Mas estou em todos os lugares onde você não entra (onde você não entra)
Meu círculo está fechado, porra, aqui você não entra
E mesmo sabendo que não cabe, mano, pra que você tenta?

Você só mostra que está se agarrando a qualquer esperança
E nós somos irmãos muito antes de ganhar dinheiro
Somos poucos, mas nenhum vai abaixar a cabeça
Eu não escondo a verdade, mesmo sabendo que vai doer

Odeio gente que se apresenta pra mim vinte vezes porque não lembra meu nome
Nunca aconteceu comigo, nunca me apresento com meu nome
Porque vocês já sabem qual é
Voltando aos mirantes onde costumava sonhar com isso
Sete anos depois e continuo sonhando com isso
Continuo me perguntando se eu mereço isso
Mas eu sempre soube que alguém ia ter que fazer isso e

Tenho pesadelos que não me deixam dormir
A gente realmente não tinha nada a perder
Há muito tempo meus ídolos perderam o valor pra mim
Por isso vocês nunca vão me conhecer

Não quero parecer com esses caras que já esqueceram quem eram
Modelos nos meus contatos, notas de cem na minha carteira
Fases ruins e boas na minha carreira
Que eu disfarço com álbuns e capas de revista
Eu vou nessa entrevista só se eu ler as perguntas antes
Se não der uns duzentinhos, não tiro o pijama
Me dá uma casa se você quiser que eu saia da cama

Tenho uma relação tão tóxica com a fama
Porque continuo fodendo com ela mesmo sabendo que ela não me ama
E mesmo que me encha de dinheiro, status e joias
Tenho um vazio dentro de mim que nada mais preenche

E tenho dinheiro pra cuidar dos netos dos meus netos
Tenho problemas que, por muito menos, acabariam com você
E estou tranquilo, na ilha, escondido em qualquer canto
Sentado em frente ao mar, contando meus segredos pra ele

Sempre discreto, mas aqui todo mundo sabe qual é o meu carro
Nunca com medo, mas, por precaução, carrego uma arma
Eu sou O Brabo, do que eu deveria ter medo?

Do que eu deveria ter medo se Deus está comigo?
É preciso mais do que me odiar pra ser meu inimigo
É preciso mais do que rezar pra ser abençoado
É preciso mais do que transar, gata, eu sou seletivo

Eu nasci de um vulcão, da voz de um povo calado
Aqui te ensinam a aguentar e a manter a cabeça baixa
Eu dei a volta ao mundo antes de ganhar um centavo
E agora eu busco a gata enquanto desligo a chamada com um advogado, sacou?

Sou só mais um no meio de muitos
Que aguentou a pressão e comprou a mansão, ah
Não tinha nada, só eu e minha visão
E deixei o tempo me dar razão

Odeio a passagem do tempo, joguei fora o Cartier Santos
Quero verão em Las Canteras, não em Pasito Blanco
Voltar da turnê e que tudo continue intacto
O Teide no fundo, pintado de branco

Se você não cuida dos costumes, eles se perdem
E tomara que os que vierem depois se lembrem deles
Isso vai pra Tacoronte e Valverde, pra Arrecife e Telde
Na minha carreira, oito estrelas tatuadas

Até que o Sol pare de nos iluminar
E o vento pare de rugir
Vamos ficar aqui
Planejamos continuar aqui

Um mar eterno nos rodeia
Que nos separa e também nos une
Eu nasci de um vulcão
Eu nasci de um vulcão

Até que o Sol pare de nos iluminar
E o vento pare de rugir
Vamos ficar aqui
Planejamos continuar aqui

Um mar eterno nos rodeia
Que nos separa e também nos une
Eu nasci de um vulcão
Eu nasci de um vulcão

Composição: Quevedo, Garabatto, Bdp Music, Gio Producer, Pana Ymb, Hirai Alfonso Meneses