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Triste de Cobra Norato

Quinteto Violado

Letra

    Aqui começo cantando
    Com o que o mar que corre
    Buscando no mar da lenda
    Novas razões de cantar

    Vida de cobra norato
    Cuja verdade decorre
    De ser não sendo, indo
    Permanecer existindo

    O rio enchia e vazava
    Pororoca baixa mar
    Cobra norato não sabia
    Outro pensar
    De ser não sendo, indo
    Permanecer existindo

    E desde então dessa hora
    Todo o filho que nascia
    De amor que ninguém sabia
    Era filho de honorato

    Mentirosamente verdade

    Nesse estranho gesto humano
    Vem consentir-se no engano

    O rio enchia e vazava
    Pororoca vai chamar
    Cobra norato não sabia
    Outro pensar
    Queria corpo de moça
    E nele naufragar

    Por que me tiraste moço
    Minhas argolas de amor
    Com tua lança certeira
    Em meu colar de pudor

    E vou dizer a meu pai
    A minha mãe que direi
    Se aquilo que hora renego
    É o mesmo que lhe darei

    O rio enchia e vazava
    Pororoca vai chamar
    Cobra norato não sabia
    Outro pensar
    O amor é rosto sem face
    Que não esta onde esta

    Ferido norato esta
    Das coisas mais que bebeu
    Sob águas e ares poluídos
    Um pesadelo ocorreu

    E chora as águas e ares
    Que ainda tentou salvar
    Os rios morrendo de sede
    E amor morrendo sem ar

    O rio enchia e vazava
    Pororoca vai chamar
    Cobra norato não sabia
    Outro pensar
    Os rios morrendo de sede
    E amor morrendo sem ar


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