Magnanimity (Bigger Man)
Rabbitology
Magnanimity (Bigger Man)
Can you hear her calling?
My old body that you buried
With the mud and the timber
Tried to snuff the rabid light within her
She wants to wash you from me
This new body that you rattled
Till it was quiet, dry-eyed and mature
Despite your shouts making me so little
She knows that I'm tired
Of turning teary cheeks
You say it's best to forgive
Let go, maintain the peace
But I writhe in my grave
And you've never lost sleep
Begging the Moon to have you leave me be
Or give me a
Spine stretching taller than pines
Fingers as long as the space between stars
Tongue rough as bloodsucking tides
Teeth that can grind down entire mountainsides
And all that's been coming for you
(Ooh)
(Every spit, every seethe, let them wash over me)
(Every sob held in, let it glow 'gainst my ribs)
(Every holler I swallowed, every pain left un-wallowed)
(Every cheek turned, tearstained, wax this new skin again)
Her resting grounds are a dark lake
In a little girl's shape
Murky waters churning black
Every sob, all the snot, every tear held back
My ribs crack in half from one small sip
So I leap into it
By the time I raise from my bathing
I send great waves a-breakin' with my
Spine stretching taller than pines
Fingers as long as the space between stars
Tongue rough as bloodsucking tides
Teeth that can grind down entire mountainsides
And I'll cry for 40 nights and days
My lake of tears will flood you drowned (eyes glowing wilder than night)
When I splay my shoulder blades like tectonic plates
I'll quake the ground (footprints blazing down like meteorites)
Shining over horizons
My eye's a flame that never snuffs out (blood spilling rivers of wine)
(Heart beating louder than lightning strikes)
And I'll howl so loud I'll thunder the clouds
Say, who's the bigger man now?
Who's the bigger man now?
Who's the bigger man now?
If all you old men were hares on the mountain
How many young girls would take guns and go huntin'?
If all you old men were hares on the mountain
How many young girls would take guns and go huntin'?
I'll wolf down suns in one whole swallow
So you'll freeze beneath my shoulder's shadow
As cold as my old body you choked
As above, so below
Mercy is not a word that I know
Shed none for me all those moons ago
How dare you beg for maturity
When you have 31 years on me
(Every spit, every seethe, let them wash over me)
(Every sob I held in, let it glow 'gainst my ribs)
(Every holler I swallowed, every pain left un-wallowed)
(Every cheek turned, tearstained, wax this new skin again)
(Let my veins shake with weight of a little girl's anger)
(As she wraps shaking arms 'round the waist of her eater)
(Let these lungs rattle dread, every strung curse unsaid)
(I'll never exhale it all, it never ends)
Spine stretching taller than pines
Fingers as long as the space between stars
Tongue rough as bloodsucking tides
Teeth that can grind down entire mountainsides
And I glow with an eternal rage
My bellowing lungs will smoke you out (eyes glowing wilder than night)
My middle finger digs your grave
While the other hand will hunt you down (footprints blazing down like meteorites)
Bones dangling from the mouth
On a head that hangs beneath a blackthorn crown (blood spilling rivers of wine)
Her little laugh behind every shout
Beg, who's the bigger man now? (Heart beating louder than lightning strikes)
Who's the bigger man now?
Who's the bigger man now?
Who's the bigger man now?
Magnanimidade (Homem Maduro)
Você consegue ouvir ela chamando?
Meu antigo corpo que você enterrou
Com lama e a madeira
Tentou apagar a luz raivosa dentro dela
Ela quer lavar você pra fora de mim
Esse novo corpo que você abalou
Até que ele ficasse quieto, de olhos secos e maduro
Apesar dos seus gritos me fazerem sentir tão pequena
Ela sabe que estou cansada
De virar rostos banhados em lágrimas
Você diz que o melhor é perdoar
Deixar ir, manter a paz
Mas eu me contorço no meu túmulo
E você nunca perde o sono
Implorando à Lua para que você me deixasse em paz
Ou me desse uma
Coluna se estendendo mais alta que pinheiros
Dedos tão longos quanto o espaço entre as estrelas
Língua áspera como marés sugadores de sangue
Dentes capazes de triturar montanhas inteiras
E tudo isso vindo atrás de você
(Uh)
(Cadda cuspe, cada ódio fervente, deixe tudo cair sobre mim)
(Cada soluço reprimido, deixe-o brilhar contra minhas costela)
(Cada grito que eu engoli, cada dor que que ficou sem ser lamentada)
(Cada rosto virado, manchado de lágrimas, molda esta nova pele outra vez)
O lugar de descanso dela é um lago escuro
No formato de uma garotinha
Águas turvas se agitando em preto
Cada soluço, todo o muco, cada lágrima reprimida
Minha costelas se partem ao meio com um pequeno gole
Então eu salto dentro dele
Quando eu me ergo do meu banho
Eu faço enormes ondas quebrarem com a minha
Coluna se estendendo mais alta que pinheiros
Dedos tão longos quanto o espaço entre as estrelas
Língua áspera como marés sugadores de sangue
Dentes capazes de triturar montanhas inteiras
E eu chorarei por 40 noites e dias
Meu lago de lágrimas vai te afogar (olhos brilhando mais selvagens que a noite)
Quando eu abro minhas escápulas como placas tectônicas
Eu farei a terra tremer (pegadas queimando como meteoritos)
Brilhando sobre o horizonte
Meu olho é uma chama que nunca se apaga (sangue derramando rios de vinho)
(Coração batendo mais alto que relâmpagos)
E eu uivarei tão alto que farei as nuvens trovejarem
Diga: Quem é o homem maduro agora?
Quem é o homem maduro agora?
Quem é o homem maduro agora?
Se todos vocês, homens velhos, fossem lebres na montanha
Quantas garotinhas pegariam armas e iriam caçar?
Se todos vocês, homens velhos, fossem lebres na montanha
Quantas garotinhas pegariam armas e iriam caçar?
Eu devorarei sóis inteiros com uma única engolida
Então você congelara sob a sombra dos meus ombros
Tão frio quanto meu antigo corpo que você sufocou
Assim encima, assim embaixo
Misericórdia é uma palavra que eu não conheço
Você não teve nenhuma por mim há tantas luas atrás
Como você ousa implorar por maturidade
Quando você 31 anos a mais que eu
(Cadda cuspe, cada ódio fervente, deixe tudo cair sobre mim)
(Cada soluço que reprimi, deixe-o brilhar contra minhas costelas)
(Cada grito que eu engoli, cada dor que que ficou sem ser lamentada)
(Cada rosto virado, manchado de lágrimas, molda esta nova pele outra vez)
(Deixe minhas veias tremerem com o peso da raiva de uma garotinha)
(Enquanto ela envolve braços trêmulos na cintura de quem a devorou)
(Deixe esses pulmões ecoarem pavor, cada maldição reprimida)
(Eu nunca vou expelir tudo isso, isso nunca acaba)
Coluna se estendendo mais alta que pinheiros
Dedos tão longos quanto o espaço entre as estrelas
Língua áspera como marés sugadores de sangue
Dentes capazes de triturar montanhas inteiras
E eu brilho com uma raiva eterna
Meus pulmões berrantes vão te expulsar da toca (olhos brilhando mais selvagens que a noite)
Meu dedo do meio cava sua sepultura
Enquanto a outra mão vai te caçar (pegadas queimando como meteoritos)
Ossos balançando da boca
Em uma cabeça que pende sob uma coroa de espinheiro-negro (sangue derramando rios de vinho)
A pequena risada dela por trás de cada grito
Implore: Quem é o homem maduro agora? (Coração batendo mais alto que relâmpago)
Quem é o homem maduro agora?
Quem é o homem maduro agora?
Quem é o homem maduro agora?



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