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Figueira, Sombra e Cantuga

Raça do Sul

Letra

Higuera, Sombra y Canto

Figueira, Sombra e Cantuga

Busqué refugio para mi verso más criolloBusquei guarida pro meu verso mais criolo
Que anda solo a la intemperie de influenciasQue anda solito ao relento de influencias
De un sol entrando con naciente extranjeraDe um sol entrando com nacente estrangeira
Quemando el suelo de las canciones de la querenciaQueimando o solo das cantigas da querencia

Mi canto rústico galopó en el campo abiertoMeu canto xucro galopou no campo aberto
Y en los poblados que cruzó no hizo posadaE nos povoados que cruzou não fez pousada
Pues en el camino muy moderno de las costumbresPois no caminho mui moderno dos costumes
Ya anda escaso incluso en una arboledaJá anda escasso até mesmo muma ramada

Con riendas firmes cabalgué el suelo nativoDe rédeas firmes cavalguei o chão nativo
Viendo mi sueño transformándose en distanciaVi o meu sonho transformando-se em distancia
Y apadrinando el trote amplio de una riñaE apadrinhando o trote largo de uma rina
Hice dentro del alma el abrigo de una estanciaFiz dentro d``alma o aconchego de uma estancia

Fui guiando al potro manso de razónFui palanqueando o potro manso de razão
Que niega estribo a la costumbre de otros tantosQue nega estribo ao costume de outros tantos
Descansé en el pasto verde del suelo gaúchoSestiei no pasto verde do solo gaúcho
Acostado a la sombra de la higuera de mi canto.Deitado á sombra da figueira do meu canto.


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