Tradução gerada automaticamente

Tristeza do Jeca
Rafael Bittencourt
Tristeza do Jeca
Tristeza do Jeca
Nestes versos tão singelosNestes versos tão singelos
Minha bela, meu amorMinha bela, meu amor
Quero contar para vocêPra você quero contar
O meu sofrimento e a minha dorO meu sofrer e a minha dor
Sou como um sabiáEu sou como um sabiá
Que quando canta é só tristezaQue quando canta é só tristeza
Desde o galho onde ele estáDesde o galho onde ele está
Nesta viola canto e gemo de verdadeNesta viola canto e gemo de verdade
Cada toada representa uma saudadeCada toada representa uma saudade
Nasci naquela serraEu nasci naquela serra
Num ranchinho beira-chãoNum ranchinho beira-chão
Todo cheio de buracosTodo cheio de buracos
Onde a Lua faz clarãoOnde a Lua faz clarão
Quando chega a madrugadaQuando chega a madrugada
Lá no mato a passaradaLá no mato a passarada
Começa um barulhãoPrincipia um barulhão
Nesta viola, canto e gemo de verdadeNesta viola, canto e gemo de verdade
Cada toada representa uma saudadeCada toada representa uma saudade
Lá no mato tudo é tristeLá no mato tudo é triste
Desde o jeito de falarDesde o jeito de falar
Pois o jeca quando cantaPois o jeca quando canta
Dá vontade de chorarDá vontade de chorar
Vontade de chorarVontade de chorar
E o choro que vai caindoE o choro que vai caindo
Devagar vai-se sumindoDevagar vai-se sumindo
Como as águas vão para o marComo as águas vão pro ma



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