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Liberdade (O Romano)

Rafet El Roman

Liberta (El Romano)

Burda eskiden bir insan yaþadý
Atý þaný vardý bir de kemaný
Halk onu severdi halk ona tapardý
Ýsmi EI Romano, bir kahramandý
Yýl bin dörtyüz onbeþ Ýspanya yöresi
Bir yanda yokluk bir yanda açlýk
Millet periþan çaresiz sefildi
Yürekleri suskun, baþlarý eðik
Özgürlük diye haykýran bir sesin
Arkasýndan yüzlerce haykýranlar daha
Ýnsanlýk diye haykýran bir sesin
Arkasýndan yüzlerce haykýranlar daha
Liberta, liberta, liberta, liberta
Padiþah kýskandý, delirdi þahlandý
Onu esir aldý zindana attý
Aç susuz iþkence yedi gün dayandý
Çok acý bir an büyük bir kayýptý
Halkýn öfkesi isyan yaratmýþ
Soðuk bir savaþ binlerce ölü
Uzun sürmedi padiþah pes etti
Yaþasýn adalet iyiler kazandý
Liberta, liberta, liberta, liberta
Asýrlardýr böyle, böyle kalacak
Kahramanlar ölmez hep yaþayacak

Liberdade (O Romano)

Antigamente, um homem viveu
Ele tinha fama e também um violino
O povo o amava, o povo o adorava
Seu nome era El Romano, um verdadeiro herói
Ano mil quinhentos e quinze, na Espanha
De um lado, a miséria, do outro, a fome
O povo estava em desespero, sem saída, sofrendo
Corações silenciosos, cabeças baixas
Um grito de liberdade ecoava no ar
Atrás dele, centenas de outros gritos
Um grito de humanidade ressoava
Atrás dele, centenas de outros gritos
Liberdade, liberdade, liberdade, liberdade
O rei ficou com ciúmes, enlouqueceu, se exaltou
Ele o prendeu e jogou na masmorra
Sem comida, sem água, sofreu por sete dias
Um momento muito doloroso, uma grande perda
A fúria do povo gerou uma revolta
Uma guerra fria, milhares de mortos
Não demorou, o rei se rendeu
Viva a justiça, os bons venceram
Liberdade, liberdade, liberdade, liberdade
Assim tem sido por séculos, assim vai continuar
Heróis não morrem, sempre viverão

Composição: