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Areias do Tempo

Rail Wilbers

Sands Of Time

Time slip between our fingers
It's soft and slow
The sands of time, they disappear
Where do they go?

Tick-tock, tick-tock goes the clock
Where is the source? When does time stop?
Tick-tock, tick-tock goes the clock
Memories, how to keep them locked?

The hours fade into the night
A momentum of freedom, a fragile light
Each second falls, a whispered sigh
A question lingers, the answer hides

Lost in motion, a ceaseless tide
The hands move forward, we can't rewind
Moments disappear in the air
The weight of time is ours to bear

Time slip between our fingers
It's soft and slow
The sands of time, they disappear
Where do they go?

Tick-tock, tick-tock goes the clock
Where is the source? When does time stop?
Tick-tock, tick-tock goes the clock
Memories, how to keep them locked?

The moonlight fades, the dawn arrives
Another cycle, another life
But question's constant, where time has flown?
An endless echo, a path unknown

Shadows creep as minutes flee
A haunting call of mystery
What we hold turns to dust
Time betrays our fragile trust

Time slip between our fingers
It's soft and slow
The sands of time, they disappear
Where do they go?

Tick-tock, tick-tock goes the clock
Where is the source? When does time stop?
Tick-tock, tick-tock goes the clock
Memories, how to keep them locked?

Areias do Tempo

O tempo escorrega entre nossos dedos
É suave e lento
As areias do tempo, elas desaparecem
Pra onde vão?

Tic-tac, tic-tac vai o relógio
Onde está a fonte? Quando o tempo para?
Tic-tac, tic-tac vai o relógio
Memórias, como mantê-las trancadas?

As horas se esvaem na noite
Um impulso de liberdade, uma luz frágil
Cada segundo cai, um suspiro sussurrado
Uma pergunta paira, a resposta se esconde

Perdidos em movimento, uma maré incessante
Os ponteiros avançam, não podemos voltar
Momentos desaparecem no ar
O peso do tempo é nosso para suportar

O tempo escorrega entre nossos dedos
É suave e lento
As areias do tempo, elas desaparecem
Pra onde vão?

Tic-tac, tic-tac vai o relógio
Onde está a fonte? Quando o tempo para?
Tic-tac, tic-tac vai o relógio
Memórias, como mantê-las trancadas?

A luz da lua se apaga, a aurora chega
Outro ciclo, outra vida
Mas a pergunta é constante, pra onde o tempo voou?
Um eco sem fim, um caminho desconhecido

Sombras se arrastam enquanto os minutos fogem
Um chamado assombroso de mistério
O que seguramos se transforma em pó
O tempo trai nossa frágil confiança

O tempo escorrega entre nossos dedos
É suave e lento
As areias do tempo, elas desaparecem
Pra onde vão?

Tic-tac, tic-tac vai o relógio
Onde está a fonte? Quando o tempo para?
Tic-tac, tic-tac vai o relógio
Memórias, como mantê-las trancadas?

Composição: Rail Wilbers