Meine kleine Stadt
Es gibt nicht mehr viele - die sich erinnern.
Das Land meiner Jugend - es liegt in Trümmern.
Hörst du das Wimmern aus den Kinderzimmern?
Wir hatten so ein Sansosoftes zuhause,
Ame Ende des letzten Jahrtausends.
Die Wüstenrotsonne brannte heiß,
über der ganzen Fußgängerzone,
In den Eiscafes gab es Eiskaffees,
Auf der Sahen war 'ne Kafefebohne.
Die alten Tanten trugen Blumenkohl
Oder Broccoli als Frisur,
Da saßen sie, bei ihren Stammfrisör,
Und laßen die Hörzuuu.
Ihre Männer trugen Bäuche,
Und Blousons in gedecktem beige, Handgelenktaschen mit Erfrischungstüchern,
von siebenundvierzig eeelf
. Männer truge
so soll es immer sein.
Vor dem Arbeitsamt hatte ein Künstler
aus London oder New York,
Seinen Stahl abgestellt,
Und nicht wieder abgeholt.
Kultur ist irgendwie nicht nötig,
wir hatten sie ja im Portemonnaie,
Geh'n wir ins Freibad, oder ins Kino,
oder wieder ins Eiscafe
Das Leben war so verkehrsberuhigt
immer beruhigter mit den Jahren,
Ich schlief so gut, in der Zone Dreißig
Scheiße, jetzt bin ich wieder über so ein Bobbel gefahren,
In den Straßen flatterten Bausparverträge,
Schau mal, da flattern sie,
Ich liebte diese Stadt, kann gar nicht sagen wie.
Wie sie da steht, wie ein kleines dickes Care-Paket.
Minha Pequena Cidade
Não há mais muitos - que se lembram.
A terra da minha juventude - está em ruínas.
Você ouve o gemido dos quartos das crianças?
Tínhamos um lar tão suave,
No final do último milênio.
O sol do deserto queimava forte,
Sobre toda a área de pedestres,
Nos sorveterias tinha café gelado,
Na cobertura tinha um grão de café.
As velhas tias usavam couve-flor
Ou brócolis como penteado,
Lá estavam elas, no cabeleireiro de sempre,
E assistindo a Hörzuuu.
Seus maridos tinham barrigas,
E jaquetas em um bege discreto, com lenços de papel,
De quarenta e sete anos.
Os homens usavam
Assim deve ser sempre.
Na frente do posto de emprego, um artista
De Londres ou Nova York,
Deixou seu aço parado,
E não foi buscar de novo.
Cultura de alguma forma não é necessária,
Nós a tínhamos na carteira,
Vamos à piscina, ou ao cinema,
ou de novo à sorveteria.
A vida era tão tranquila no trânsito,
Sempre mais calma com os anos,
Eu dormia tão bem, na zona trinta.
Droga, agora passei por um buraco,
Nas ruas flutuavam contratos de poupança,
Olha, eles estão flutuando,
Eu amava essa cidade, não consigo nem dizer como.
Como ela está, como um pequeno pacote de cuidados.