Tiny Deaths
I leave grey ashes covering my sight self-sentenced to exist
Atrocity of silence preys worst yet silence I crave
Leprous vultures feast upon my bones dancing round and round my plagued still
Writhing corpse wraths arise to guide my steps beyond arousing memories buried deep I thought buried deep
Burnt my cage with lies searching (the) dream to find a cure
Crust of scorn upon my rusted empty shell
Playing life twisted sorry masquerade poisoned granted tiny deaths to celebrate
Great... I have lost my worlds my universe I built in tears and blood caught in childish snare in hollow abyss hand-made for me alone
Why what a pity word regrets sorrow - just shallow symbols lost in pain lost in vain lost the game of fear that binds me to this self
Crawling to feel (the) sky below again I shall inhale an emptiness but (the) healing for dire wounds of my sanity out of reach of my morbid being
Mortes Pequenas
Deixo cinzas cinzentas cobrindo minha visão, auto-sentenciado a existir
A atrocidade do silêncio me persegue, pior ainda, o silêncio que eu anseio
Urubus leprosos se deliciam com meus ossos, dançando em volta do meu corpo atormentado e imóvel
Ressentimentos se levantam para guiar meus passos além de memórias despertadas, enterradas fundo, eu pensei que estavam enterradas fundo
Queimei minha jaula com mentiras, buscando (o) sonho para encontrar uma cura
Crosta de desprezo sobre minha concha vazia e enferrujada
Brincando de viver, uma mascarada distorcida e lamentável, mortes pequenas envenenadas concedidas para celebrar
Ótimo... Eu perdi meus mundos, meu universo que construí em lágrimas e sangue, preso em uma armadilha infantil, em um abismo oco feito só para mim
Por que, que pena, palavras de arrependimento, tristeza - apenas símbolos rasos perdidos na dor, perdidos em vão, perdi o jogo do medo que me prende a este eu
Rastejando para sentir (o) céu abaixo novamente, eu inhalarei um vazio, mas (a) cura para feridas graves da minha sanidade está fora do alcance do meu ser mórbido