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Com Que Direito

Ramiro y Joche

Con Que Derecho

Con qué derecho
Descabelladamente pides cariño
No tengo orgullo si regreso contigo
Dice la gente

Con qué pretexto mi amor
Dices que solo basta con seducirme
De tus locuras ya lograste aburrirme
Y de tu juego

Con qué derecho vienes todavía
Arrogante
A reprocharme con tu cara bien
Lavada
Si es más bonita, más coqueta y
Seductora
La novia que tengo hoy y que logra
Reemplazarte

Con qué derecho te entrometes en mi
Vida
Cuando una espina yo logré sacar de
Mi alma
Y es por respeto, más de rabia que se deja
Caer las cosas que se aparentan muy altas

No digas nada
Vienes cuando menos te esperaba
Vuelves cuando te arranqué del alma
Cuando me acostumbré a estar sin ti

Con qué derecho vienes toda despechada
A seducirme con tu cara bien lavada
Con qué derecho vienes toda despechada
A seducirme con tu cara bien lavada

No digas nada
Vienes cuando menos te esperaba
Vuelves cuando te arranque del alma
Cuando me acostumbré a estar sin ti

En algún tiempo
Cuando tus labios fueron más que mis poemas
Y cabizbajo me tiraste en la hoguera
No tuve tiempo

Para decirte mi amor
Para decirte mil palabras que me
Ahogaban
Que por cosas inverosímiles guardaba
Y te marchaste

Con qué derecho vienes toda extrovertida
Tan posesiva y de apariencia delicada
Con exigencias a estas horas de la
Vida
Se nota no dejar la niña tan mimada

Con qué argumentos piensas ganar la partida
Cuando tus besos delataron tus palabras
Cuando el otoño que esperé nunca llegaba
Cuando el ocaso sepultaba tus caricias

No digas nada
Vienes cuando menos te esperaba
Vuelves cuando te arranque del alma
Cuando me acostumbré a estar sin ti

Con qué derecho vienes toda despechada
A seducirme con tu cara bien lavada
Con qué derecho vienes toda despechada
A seducirme con tu cara bien lavada

No digas nada
Vienes cuando menos te esperaba
Vuelves cuando te arranque del alma
Cuando me acostumbré a estar sin ti

Con qué derecho vienes toda despechada
A seducirme con tu cara bien lavada
Con qué derecho vienes toda despechada
A seducirme con tu cara bien lavada

Com Que Direito

Com que direito
Descaradamente pede carinho
Não tenho orgulho se eu voltar com você
Diz o povo

Com que pretexto, meu amor
Diz que só basta me seduzir
Das suas loucuras já consegui me cansar
E do seu jogo

Com que direito você vem ainda
Arrogante
Me recriminar com sua cara bem
Lavada
Se é mais bonita, mais charmosa e
Sedutora
A namorada que tenho hoje e que consegue
Te substituir

Com que direito você se intromete na minha
Vida
Quando uma espinha eu consegui tirar da
Minha alma
E é por respeito, mais de raiva que se deixa
Cair as coisas que parecem muito altas

Não diga nada
Vem quando menos espero
Volta quando te arranquei da alma
Quando me acostumei a estar sem você

Com que direito você vem toda despechada
Me seduzir com sua cara bem lavada
Com que direito você vem toda despechada
Me seduzir com sua cara bem lavada

Não diga nada
Vem quando menos espero
Volta quando te arranquei da alma
Quando me acostumei a estar sem você

Em algum tempo
Quando seus lábios foram mais que meus poemas
E cabisbaixo me jogou na fogueira
Não tive tempo

Para te dizer, meu amor
Para te dizer mil palavras que me
Afogavam
Que por coisas inverossímeis guardava
E você se foi

Com que direito você vem toda extrovertida
Tão possessiva e de aparência delicada
Com exigências a essas horas da
Vida
Dá pra ver que não deixa a menina tão mimada

Com que argumentos pensa ganhar a partida
Quando seus beijos delataram suas palavras
Quando o outono que esperei nunca chegava
Quando o ocaso sepultava suas carícias

Não diga nada
Vem quando menos espero
Volta quando te arranquei da alma
Quando me acostumei a estar sem você

Com que direito você vem toda despechada
Me seduzir com sua cara bem lavada
Com que direito você vem toda despechada
Me seduzir com sua cara bem lavada

Não diga nada
Vem quando menos espero
Volta quando te arranquei da alma
Quando me acostumei a estar sem você

Com que direito você vem toda despechada
Me seduzir com sua cara bem lavada
Com que direito você vem toda despechada
Me seduzir com sua cara bem lavada

Composição: Jorge Eliecer Mejía Suárez