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Onde Diabos Estamos

Rapper School

En Donde Mierda Estamos

Primos y yo parchamos
Niños juegan a romper lunas con bujías
Cerca ala avenida angamos
En donde mierda estamos
Si tu tienes casi gramos en los sesos
Si acaso los domingos te sobran los quesos
Ya casi nadie resulta ileso
Drogadictos asta el hueso
Uno q otro pagando cn años d preso
Q paso con eso que
De pequeño io me enfoque
No me equivoke
Si kise tan solo darle algunos tokes
Pisa firme y nunk t alokes
Decian los q me querian en verdad
Los q nserio me brindaron amistad
Casi la mitad esta perdida
Pero se que me kieren como los quiero
Saben a kien me refiero
A los q conmigo crecieron en el barrio
Jugabamos mario nunk nos falto lo necesario
Ahora yo en esterios y en los escenarios
Voi entre los varios q disparan parrafos serios
Lo unico q se conserva intacto
Después de 10 calendarios
Es como la lus en cementerios
Y esq ahora en surquillo
Ai mas cuchillos q chikillos
Te cortan por un sencillo
Tan solo kieren bolsillo
Tipica actitud del palomilla
Q kiere jalar gatillos
Ganas q descargan escribillos
Asi aprendi yo
Camino con pandillas
De viejos y ladillas
Suave que te desfalcan tus zapatillas

[pedro mo]

La ciudad te acribilla
Vive entre barrotes y ratas de alcantarilla
Ratos de tension q se rastrillan
Ideas q martillan la cabeza se mansilla
Con tanta idiotes q me rodea
Me noto mas amargo cn el pasar d los años
Desaparecen rostros en mi entorno
Un eterno pasajero sentimiento de extravio
Extraño lo sencillo de ser niño
Aunq ser niño m iso daño
Cicatrises en la escensia
Son tumores en el carma
Q malforma la apariencia d lo q seria mi alma
En el tiempo futuro distinto a lo q es ahora
Vestigios del pasado q entre humo denso aflora
Se me borra la pelicula
No m ubico porq cambian las pupilas
Como focos de infeccion
Cerebros atrofiados convertidos en adornos
Ortodoxos d negocios
D los vicios d los osios
Chibolos q olvidaron ser visionarios curiosos
Ya no juegan en la cancha
La pintan cuando se parchan
Y en mancha se marchan
Las niñas ahora cachan
Se pinchan y agachan
La cara por las manchas moradas
Q las tachan
Dan a luz
Caras con caracha
Donde chucha esta la infancia rodeada d cucarachas

Onde Diabos Estamos

Primos e eu estamos de boa
Crianças brincam de quebrar luas com isqueiros
Perto da avenida Angamos
Onde diabos estamos
Se você tem quase gramas na cabeça
Se aos domingos sobram os queijos
Quase ninguém sai ileso
Drogados até o osso
Um ou outro pagando com anos de prisão
O que aconteceu com isso que
Quando pequeno eu me foquei
Não me enganei
Se eu só quis dar uns toques
Pisa firme e nunca se aloque
Diziam os que realmente me queriam
Os que de verdade me ofereceram amizade
Quase a metade está perdida
Mas sei que me amam como eu os amo
Sabem a quem me refiro
Aqueles que cresceram comigo no bairro
Jogávamos Mario, nunca nos faltou o necessário
Agora eu em estúdios e nos palcos
Vou entre os vários que disparam parágrafos sérios
A única coisa que se conserva intacta
Depois de 10 calendários
É como a luz em cemitérios
E é que agora em Surquillo
Tem mais facas que meninos
Te cortam por um trocado
Só querem o bolso
Atitude típica da molecada
Que quer puxar gatilhos
Vontades que descarregam escrevinhados
Assim aprendi eu
Caminho com gangues
De velhos e chatos
Cuidado que te desfalcamos os tênis

[pedro mo]

A cidade te fuzila
Vive entre grades e ratos de esgoto
Momentos de tensão que se arrastam
Ideias que martelam a cabeça se mancham
Com tanta idiotice que me rodeia
Me noto mais amargo com o passar dos anos
Desaparecem rostos ao meu redor
Um eterno passageiro sentimento de extravio
Sinto falta do simples de ser criança
Embora ser criança me fez mal
Cicatrizes na essência
São tumores no karma
Que deformam a aparência do que seria minha alma
No futuro diferente do que é agora
Vestígios do passado que entre fumaça densa afloram
A película se apaga
Não me localizo porque mudam as pupilas
Como focos de infecção
Cerebros atrofiados convertidos em enfeites
Ortodoxos de negócios
Dos vícios dos ociosos
Meninos que esqueceram de ser visionários curiosos
Já não jogam na quadra
Pintam quando se remendam
E em mancha se vão
As meninas agora pegam
Se furam e se agacham
A cara pelas manchas roxas
Que as tacham
Dão à luz
Faces com cara de choro
Onde diabos está a infância rodeada de baratas

Composição: