Lado B
Siento que me estoy volviendo
Loco, ah
Si no la veo como poco y poco a
Poco me sofoco y choco
Con esa voz que dice matate
Mirate tirate como ese títere pero
No pares apura
Ve y escapate
De aquella celda mental
Que a mí me atrapa
Que me maltrata y pone grapas
Que a mi alma mata
Y desvanece todo lo que quise ser un día
Si aquellas voces, de a pocos
Más me confundían
Ya por ese entonces en él
Barrio se difundía
Y la batería me decía que no la tendría
Que yo no podía con la vida mía
Que me perdería si seguía que me iba de la vía
Vivo con el eco de esa voz aquí en la mitra
Que me dispara frases como si fuese una metra
No tengo tretas, tampoco de un libreto
Mi mente trota y ella brota como el oro en bruto
Voces en mi cabeza que nunca cesan
No sé por qué no se van siempre regresan
Ella aparece y se sienta en mi mesa
Y, con sutileza, se me acerca y me desestresa
Ya van a ser las 5: 00 am
No hay peros cuando ella viene
Me sostiene y no se detiene
Aquel impulso de mover el pulso
Con aquella voz que me reclama
Yo voto flemas en forma de flamas
Y yo no sé, yo no sé, yo no sé, como
Cambia mi conducta, si soy una
Persona correcta
Debe ser algo que a mí me afecta
En una me desconecta de lo real
Y para serte legal
A veces nunca llego a casa, una voz que nunca cesa
En mi cabeza, es algo que me desestresa
Un tiempo estoy bien pero dentro
Solo sé que es una finta, es cuando suena él
Lado B de esta cinta
Lado B
Sinto que estou ficando
Louco, ah
Se não a vejo aos poucos e pouco a
Pouco me sufoco e bato
Com aquela voz que diz mate-se
Olhe-se jogue-se como aquele fantoche mas
Não pare, apresse-se
Vá e escape
Daquele cárcere mental
Que me aprisiona
Que me maltrata e coloca grampos
Que mata minha alma
E desvanece tudo o que eu quis ser um dia
Se aquelas vozes, aos poucos
Mais me confundiam
Já naquela época no
Bairro se difundia
E a bateria me dizia que não a teria
Que eu não aguentava minha vida
Que eu me perderia se continuasse, que eu sairia dos trilhos
Vivo com o eco dessa voz aqui na mente
Que me dispara frases como se fosse uma metralhadora
Não tenho truques, nem um roteiro
Minha mente trota e ela brota como ouro bruto
Vozes na minha cabeça que nunca cessam
Não sei por que não vão embora, sempre retornam
Ela aparece e se senta à minha mesa
E, com sutileza, se aproxima e me desestressa
Já está quase amanhecendo
Não há obstáculos quando ela vem
Ela me segura e não para
Aquele impulso de mover o pulso
Com aquela voz que me cobra
Eu cuspo flemas em forma de chamas
E eu não sei, eu não sei, eu não sei, como
Minha conduta muda, se sou uma
Pessoa correta
Deve ser algo que me afeta
Em um momento me desconecta do real
E para ser sincero
Às vezes nunca chego em casa, uma voz que nunca cessa
Na minha cabeça, é algo que me desestressa
Às vezes estou bem, mas por dentro
Só sei que é uma farsa, é quando toca ele
Lado B desta fita