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Para Meus Odiosos

Raptor

Pa' Mis Odiosos

Pa’ los que no tienen nada bueno que hacer ahí les mando este regalito
Y de a grapa, sin pagar, usted nomas lo que tiene que hacer es sentarse y escucharla

Si ya conoces mi voz ¿pa’ qué preguntas quien soy?
El jairo de la palo verde, bien firme: “bad boy”
Yo no necesito que me cuide un convoy
No le debo nada a nadie y si te debo aquí estoy
Vivo tranquilo zumbando en mi “chrysler”
Cerrando negocios como un puto “gángster”
Billetes, “birongas”, vendiendo más rolas
De la envidia que me tienes la lengua se te hace bola
No me gusta presumir pero lo bueno sobresale
Producto del sudor y de que soy raza de jale
Un saludo pa’ mi gente en matamoros bien presente
Los que viven en el campo, los que siempre están pendientes
Los que están del otro lado y los que se llevó la muerte
Los que están "encuartelados" por depender de su suerte
Yo no elegí ser uno de los más buscados
Me tocó la mala racha que me traen en todos lados
De boca en boca, de trompa en trompa
Pa’ que lo niega mi querido compa’
Que no se le olvide, por favor, tome nota
Mi lugar está al volante no en la maldita popa
No tengo yate, no tengo mansión
¿Qué pueden envidiarle a un pobre compositor?
Lo que les cala es que yo llegué donde ellos no han podido
Porque en vez de levantarse se me quedaron dormidos
Porque en vez de superarse se quedaron atenidos
A que otro les hiciera y resolviera sus conflictos
Ahora resulta que soy una amenaza
Que me tiran de lejitos porque “hy-drug” los destaza
Sigan tirando que raptor tiene blindaje
De nivel 7 pa’ que les de más coraje
Acuérdese nomas que no usamos el mismo traje
Usted salió de alguna cruza, yo desciendo de linaje
Se desesperan mis odiosos por oír mi material
Y empezar a criticar qué está bien, qué está mal
Me vale madre, yo sigo haciendo garras
A esos que se creen chingones y en verdad que no traen nada.

Para Meus Odiosos

Pra quem não tem nada de bom pra fazer, aí vai esse presentinho
E de graça, sem pagar, você só precisa sentar e ouvir

Se já conhece minha voz, pra que pergunta quem sou?
O Jairo da Palo Verde, firmeza: "bad boy"
Não preciso que me protejam com um comboio
Não devo nada a ninguém e se devo, aqui estou
Vivo tranquilo, zumbindo no meu "Chrysler"
Fechando negócios como um verdadeiro "gângster"
Grana, "birongas", vendendo mais músicas
Da inveja que você tem, sua língua se enrola
Não gosto de me exibir, mas o bom se destaca
Produto do suor e de que sou da raça do trabalho
Um salve pra minha galera em Matamoros, sempre presente
Os que vivem no campo, os que estão sempre atentos
Os que estão do outro lado e os que a morte levou
Os que estão "encuartelados" por depender da sorte
Não escolhi ser um dos mais procurados
Peguei a má fase que me persegue em todo lugar
De boca em boca, de boca em boca
Pra que nega, meu querido compa'
Que não se esqueça, por favor, anote
Meu lugar é ao volante, não na maldita popa
Não tenho iate, não tenho mansão
O que podem invejar de um pobre compositor?
O que incomoda é que eu cheguei onde eles não conseguiram
Porque em vez de se levantar, ficaram dormindo
Porque em vez de se superar, ficaram se prendendo
A que outro resolvesse seus conflitos
Agora dizem que sou uma ameaça
Que me atacam de longe porque "hy-drug" os despedaça
Continuem atacando, que o raptor tem blindagem
De nível 7 pra dar mais raiva
Lembre-se apenas que não usamos o mesmo traje
Você saiu de alguma mistura, eu venho de linhagem
Meus odiosos ficam desesperados pra ouvir meu material
E começar a criticar o que tá certo, o que tá errado
Não tô nem aí, sigo fazendo barulho
Pra esses que se acham fodões e na verdade não têm nada.

Composição: Jairo Henoc Martínez Juárez