Almas e Copos

Rashid

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Um cão de guarda farejando em sua direção
Leões e vermes invejando sua posição
No silêncio, planejando na disposição
E diz que tão, pra resolver

Almas e copos, copos e almas (haha)
Armas e corpos, corpos e armas
Se vão, entre as bala, vários mala
Os que dão pala e seu sumiço sem coordenação
As ruas sentem falta de quem age
Uns morrem por covardia, outros por excesso de coragem

É a real da qual eu me esquivo, ja escolhi meu lado, vou ficar do lado dos vivo, tio
Como quem joga ta ligado, não existe
Bala perdida, existe inocente no lugar errado
Se pega 100 talvez meia dúzia se apruma
Conheço bastante as lei pra saber que aqui não existe lei nenhuma
E é fogo contra fogo, denovo, preto contra preto, povo contra povo
Pisando um no outro, pra fugir da lanterna
Culpando o sistema sendo que nossa guerra é interna

Um cão de guarda farejando em sua direção
Leões e vermes invejando sua posição
No silêncio, planejando na disposição
E diz que tão, pra resolver

Quantos abaixa(?) de bombeta, na mão direita um cano, no olho brilha a intenção
O inimigo é invisível, como já é previsível, vão disparar em todas direção
Mente sã, corpos são, platina aos porcos são, rotina, vietnã, chacina e a condição é sina, cê cita pára respira(aaaah) vagabundo se cê apontou atira, porque senão o jogo vira
E na verdade, a sociedade fez o crime, mas o crime tomou a sociedade
Na moral, o jornal não existe sem o bandido que não brilha sem o sensacionalismo do jornal
Fatal, pra quem enfrenta desarmado, direita, esquerda, o clima é interessante pros dois lado
Só que no final quem é que sai ileso?
Os boy que perde uma grana ou os preto que apodrece preso

Um cão de guarda farejando em sua direção
Leões e vermes invejando sua posição
No silêncio, planejando na disposição
E diz que tão, pra resolver
Mas na rua negócios são negócios!

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