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Volver
Raul Gil
retorno
Volver
Eu vejo a cintilaçãoYo adivino el parpadeo
De luzes na distânciaDe las luces que a lo lejos
Eles estão marcando meu retornoVan marcando mi retorno
Eles são o mesmo que deu à luzSon las mismas que alumbraron
Com seus pálidos reflexosCon sus palidos reflejos
horas Hondas de dorHondas horas de dolor
E embora eu não queria voltarY aunque no quise el regreso
Ele sempre volta ao primeiro amorSiempre se vuelve al primer amor
A velha rua onde o eco disseLa vieja calle donde el eco dijo
Tuya é a sua vida, a sua é a sua vontadeTuya es su vida, tuyo es su querer
Sob o olhar zombando das estrelasBajo el burlon mirar de las estrellas
Indiferentemente de me ver novamente hojeQue con indiferencia hoy me ven volver
Voltar com o rosto murchoVolver con la frente marchita
As neves do tempo ter embranquecido minhas têmporasLas nieves del tiempo platearon mi sien
Sentindo que a vida é um soproSentir que es un soplo la vida
Vinte anos não é nadaQue veinte años no es nada
Aquele olhar febril, vagando nas sombrasQue febril la mirada, errante en las sombras
Olha para você e nomesTe busca y te nombra
Viver com agarrar almaVivir con el alma aferrada
Uma doce memóriaA un dulce recuerdo
Eu choro novamenteQue lloro otra vez
Tenho medo de reuniãoTengo miedo del encuentro
Com o passado que retornaCon el pasado que vuelve
Para enfrentar minha vidaA enfrentarse con mi vida
Estou noites com medoTengo miedo de las noches
Você cheia de memóriasQue pobladas de recuerdos
Manilha meu sonhoEncadenan mi soñar
Mas o viajante que fogePero el viajero que huye
Mais cedo ou mais tarde, pára sua caminhadaTarde o temprano detiene su andar
E embora o esquecimento, que destrói tudoY aunque el olvido, que todo destruye
Ele matou o meu velho sonhoHaya matado mi vieja ilusion
Eu continuo escondida uma esperança humildeGuardo escondida una esperanza humilde
Isso é tudo que a fortuna do meu coraçãoQue es toda la fortuna de mi corazón
Voltar com o rosto murchoVolver con la frente marchita
As neves do tempo ter embranquecido minhas têmporasLas nieves del tiempo platearon mi sien
Sentindo que a vida é um soproSentir que es un soplo la vida
Vinte anos não é nadaQue veinte años no es nada
Aquele olhar febril, vagando nas sombrasQue febril la mirada, errante en las sombras
Olha para você e nomesTe busca y te nombra
Viver com agarrar almaVivir con el alma aferrada
Uma doce memóriaA un dulce recuerdo
Eu choro novamenteQue lloro otra vez



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