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Seguiriya de los valientes (part. María Terremoto)
Raül Refree
Seguiriya dos Valentes (part. María Terremoto)
Seguiriya de los valientes (part. María Terremoto)
De onde você vem, amor, meu menino?¿De dónde vienes, amor, mi niño?
Da crista do frio intensoDe la cresta del duro frío
O que você precisa, amor, meu menino?¿Qué necesitas, amor, mi niño?
Do tecido morno do seu vestidoLa tibia tela de tu vestido
Que as ramas se agitem ao SolQue se agiten las ramas al Sol
E as fontes saltem ao redorY salten las fuentes alrededor
No pátio o cachorro lateEn el patio ladra el perro
Nas árvores o vento cantaEn los árboles canta el viento
Os bois mugem pro vaqueiroLos bueyes mugen al boyero
E a Lua me bagunça os cabelosY la Luna me riza los cabellos
O que você pede, menino, de tão longe?¿Qué pides, niño, desde tan lejos?
As montanhas brancas que estão no seu peitoLos blancos montes que hay en tu pecho
Que as ramas se agitem ao SolQue se agiten las ramas al Sol
E as fontes saltem ao redorY salten las fuentes alrededor
Quando, meu menino, você vai vir?¿Cuándo, mi niño, vas a venir?
Quando sua carne cheirar a jasmimCuando tu carne huela a jazmín
Ai, ai, aiAy, ay, ay
Se algum dia eu te chamasse eSi algún día yo a ti te llamara y
E você não viesseY tú no vinieras
Se algum dia eu te chamasse eSi algún día yo a ti te llamara y
E você não viesseY tú no vinieras
A morte amargaLa muerte amarga
A morte amarga, minha companheirinha, eu desejariaLa muerte amarga, compañerita mía, yo la apeteciera
Se algum dia eu te chamasse eSi algún día yo a ti te llamara y
E você não viesseY tú no vinieras




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