Metamorfosis: No Puedes Herir a Un Hombre Muerto
Desciende la espina de la cueva
Donde ni guía ni sacerdote puede salvar
Sus pensamientos son todo lo que carga
El viento sopla preguntas dentro de su mente
(¿No preferirías volver?)
(¿No preferirías rendirte?)
Cada paso es su propio desafío
El cielo ya no se puede ver
El inicio de un viaje clásico
Todos lo caminan, él lo camina
(Las sombras enseñan lo que la luz niega)
Se enfrentó a sí mismo dentro de la llama
Su peor versión lo miró
Lo supo, trató de entender
¿Crees tener lo necesario para vencerme?
Esquivó, se defendió, sangró, cayó
Cada herida que causó, también la sintió
Su voz permaneció
(Recházame y piérdete)
Respírame
Aliméntame
Necesítame
Sé yo
Debió huir, debió rezar, debió quemar el sendero
Pero inhaló el humo, abrazó la ira
Ahora el grito llena el espacio
¿Por qué lo hiciste así?
Se suponía que eras especial
Pero él aceptó
Y se unió
Cuando el humo finalmente se disipó
El resultado fue una distorsión monstruosa
Brazos retorcidos, cicatrices como escudos
Invocado por el miedo, desterrado por la reverencia
Regresó no con gracia, sino con una sonrisa
Sintió todo de una nueva manera
Ahora, cuando suplican por luz
Él dice: Te veo mejor en la noche
Míralo
¿Qué pasó?
¿No era él quien entró?
¿Este ser extraño lo mató?
Juzgaron antes de escuchar
Fracaso en la piel de un titán
Lo pintaron como un defecto
Y cerraron la puerta de la ciudad
Mismo nombre, conciencia distinta
Camina por grietas, se alimenta de esquirlas
Lo que negaste, ahora lo domina
Ama con garras y alas abiertas
Bendícelo
Maldícelo
Corónalo
Ahógalo
El ritual no fue roto, solo refinado
El monstruo no fue asesinado, solo absorbido
Regresó no como uno ni dos, sino ambos
Pero el hombre original murió
No puedes herir a un hombre muerto
No puedes herir a un hombre muerto
No puedes herir a un hombre muerto
No puedes
Legión, él es uno, él es solitón, él no es ninguno
Él es legión, él es uno, él es solitón, él no es ninguno
Sin trono, sin cadenas
Reina desde el silencio, la niebla y la lluvia
Donde otros temen al fracaso interior
Él se alza, y deja que la oscuridad decida
No pudieron comprenderlo
Y de la ignorancia nace el miedo
No le permitieron ser lo que ahora es
Y lo torturaron por eso
O al menos lo intentaron
Ahora es demasiado poderoso para caer
Y llevará su nuevo saber
Como un grito de guerra
Liberando a otros como él
Y comenzando una nueva dinastía
Llamada Freakreeps
Metamorfose: Você Não Pode Ferir Um Homem Morto
Desce a espinha da caverna
Onde nem guia nem sacerdote pode salvar
Seus pensamentos são tudo o que carrega
O vento sopra perguntas dentro de sua mente
Você não preferiria voltar?
Você não preferiria desistir?
Cada passo é seu próprio desafio
O céu já não se pode ver
O início de uma jornada clássica
Todos caminham, ele caminha
(As sombras ensinam o que a luz nega)
Ele enfrentou a si mesmo dentro da chama
Sua pior versão o encarou
Ele soube, tentou entender
Acha que tem o que é preciso para me vencer?
Desviou, se defendeu, sangrou, caiu
Cada ferida que causou, também sentiu
Sua voz permaneceu
(Rejeite-me e perca-se)
Respire-me
Alimente-me
Necessite-me
Seja eu
Deveria ter fugido, deveria ter rezado, deveria ter queimado o caminho
Mas inalou a fumaça, abraçou a ira
Agora o grito preenche o espaço
Por que você fez assim?
Era pra você ser especial
Mas ele aceitou
E se uniu
Quando a fumaça finalmente se dissipou
O resultado foi uma distorção monstruosa
Braços retorcidos, cicatrizes como escudos
Invocado pelo medo, desterrado pela reverência
Ele voltou não com graça, mas com um sorriso
Sentiu tudo de uma nova maneira
Agora, quando imploram por luz
Ele diz: Te vejo melhor à noite
Olhe para ele
O que aconteceu?
Não era ele quem entrou?
Esse ser estranho o matou?
Julgaram antes de ouvir
Fracasso na pele de um titã
O pintaram como um defeito
E fecharam a porta da cidade
Mesmo nome, consciência distinta
Caminha por fissuras, se alimenta de estilhaços
O que negou, agora o domina
Ama com garras e asas abertas
Abençoe-o
Amaldiçoe-o
Coroe-o
Afogue-o
O ritual não foi quebrado, apenas refinado
O monstro não foi assassinado, apenas absorvido
Ele voltou não como um nem dois, mas ambos
Mas o homem original morreu
Não se pode ferir um homem morto
Não se pode ferir um homem morto
Não se pode ferir um homem morto
Não se pode
Legião, ele é um, ele é sóliton, ele não é nenhum
Ele é legião, ele é um, ele é sóliton, ele não é nenhum
Sem trono, sem correntes
Reina do silêncio, da névoa e da chuva
Onde outros temem o fracasso interior
Ele se ergue, e deixa a escuridão decidir
Não puderam compreendê-lo
E da ignorância nasce o medo
Não lhe permitiram ser o que agora é
E o torturaram por isso
Ou pelo menos tentaram
Agora ele é poderoso demais para cair
E levará seu novo saber
Como um grito de guerra
Liberando outros como ele
E começando uma nova dinastia
Chamada Freakreeps