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As Palavras

Razones de Cambio

Las Palabras

A menudo me siento prisionero
De mi forma de pensar.
Las ideas como aves prisioneras de su vuelo,
Obligadas a callar...

Las palabras ya no valen más,
A quién le importa si te mueres o te vas;
Y caminamos solos sin salida,
Y somos víctimas de la misma suciedad.

Y parecemos reos y como reos pensamos,
Y como locos somos y como locos soñamos.

Y qué será de mí y que será de ti
Si todo sigue, todo sigue...
Y qué será de mí y que será de ti
Si todo sigue, siempre sigue...
Oprimiendo la razón de ser,
Prohibiéndonos así poder gritar... ¡gritar!

Si hablas nadie te escucha más,
Y si callas igual te quedarás;
Y solo hace falta un poco nada más de valor, para poder
Salir de este obscuro callejón...

As Palavras

Muitas vezes me sinto prisioneiro
Da minha forma de pensar.
As ideias como aves presas em seu voo,
Forçadas a se calar...

As palavras já não valem mais,
A quem importa se você morre ou vai embora;
E caminhamos sozinhos sem saída,
E somos vítimas da mesma sujeira.

E parecemos réus e como réus pensamos,
E como loucos somos e como loucos sonhamos.

E o que será de mim e o que será de você
Se tudo continua, tudo continua...
E o que será de mim e o que será de você
Se tudo continua, sempre continua...
Oprimindo a razão de ser,
Proibindo-nos assim de poder gritar... ¡gritar!

Se você fala, ninguém te escuta mais,
E se você se cala, igual vai ficar;
E só precisa de um pouco, nada mais de coragem, para poder
Sair deste obscuro beco...