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A Máquina Para

Realis

The Machine Stops

cold steel womb. a distorted view.
a deafening hum that wont be subdued
we've found our being within the churning, and the gears that are turning, but to what end?

this is not what i'm meant for, this is not what i am.
a cog, a spoke in the machinery of men
that never takes us to where we haven't been.

is it too late to take this all back?
if i plant my feet upon this trail without a reason or destination,
then this ship has sunk before its sailed.

an endless churning roar, a labyrinth of steel and ore.
our blood becomes the oil, a meaningless, purposeless toil.

you are all mindless sheep
just a piece of the machine.
keep fueling your hopeless dreams,
they will never mean a thing.

detach: can we pull these wires from our veins?
divide our flesh, our blood, our names.
In the face of the machine i see my reflection stand and turn, as I walk.
i'm never coming back.

A Máquina Para

útero de aço frio. uma visão distorcida.
um zumbido ensurdecedor que não se cala
nós encontramos nosso ser dentro do turbilhão, e as engrenagens que giram, mas para que fim?

isso não é para o que eu fui feito, isso não é o que eu sou.
um engrenagem, um raio na maquinaria dos homens
que nunca nos leva aonde nunca estivemos.

é tarde demais para reverter tudo isso?
se eu plantar meus pés nesse caminho sem razão ou destino,
então esse navio já afundou antes de zarpar.

um rugido incessante, um labirinto de aço e minério.
nossa sangue se torna o óleo, um trabalho sem sentido, sem propósito.

vocês são todos ovelhas sem mente
apenas uma peça da máquina.
continuem alimentando seus sonhos sem esperança,
eles nunca significarão nada.

desconectar: podemos puxar esses fios de nossas veias?
dividir nossa carne, nosso sangue, nossos nomes.
Diante da máquina, vejo meu reflexo ficar e girar, enquanto ando.
eu nunca vou voltar.

Composição: